as coisas mudaram por aqui

Aloha, meu povo!

Pois é, troquei o layout do blog. Não que eu não gostasse do antigo, mas ele tinha um visual super pesado e a paleta de cores não ornava de jeito nenhum huahauah. Precisava de algo um pouco mais leve, mais limpo, e que também me ajudasse a localizar melhor as coisas aqui.

Não que agora tenham muitas, porque eu deletei todos os posts antigos e vários drafts vazios (que eu acumulava por motivos que só Deus sabe). As tags também foram pro buraco e eu não tô com muita saudade, não – na época botei tudo numa linguagem meio xóvem que não só não combinava comigo, mas deixava tudo muito cafona!

por que a gente fazia isso, Deus, PQ PERMITISTE

Enfim, superadas as vergonhas do passado, peguei uma gripe maravilhosa, e por culpa das noites mal dormidas eu tenho assistido muito mais bobagem no Youtube do que o normal. Pra quê procurar sobre física quântica se eu posso ver vídeo do Orochinho, não é mesmo? Meus pais (e os vizinhos, provavelmente) já não dormem por conta da tosse, umas risadas a mais não vão fazer diferença.

Então, é isso, minhas madrugadas agora se resumem a reacts de Enigma, ASMR de comida e umas coisas aleatória como tutoriais de cabelo, cenas de filme e umas recomendações bizarras, tipo essa rotina de cuidados com o pé.

Não tenho andado muito animada com Netflix ultimamente (inclusive, cancelei), mas talvez eu retorne algum dia para ver o que vai acontecer em As Telefonistas. E, pasme, talvez 3%, dependendo de quanto tempo levar para a quarta temporada sair.

Olha, eu não dava nada pra série – sou muito fã do piloto e torci o nariz pra algumas mudanças. Fora algumas atuações meio… duvidosas. Enfim, achei o lance todo meio clichê, e a primeira temporada não me deixou muito empolgada, MAAAAAS

As coisas mudaram MUITO a partir da segunda, vários plot twists muito bons, revelações bombásticas e tal.

Claro, eu ainda amarguei alguns (vários) momentos de ranço com a Michele (não adianta, não engulo essa menina e infelizmente o roteiro é todo escrito pra protagonizá-la o máximo possível) e com o Fernando (QUE MLK GADO, MDS), mas Joana e Rafael me mantiveram firme ao longo do caminho. Inclusive, pode matar todo mundo e deixar só os dois, eu ficaria muito feliz e tenho certeza que minha opinião é compartilhada pela maioria.

E pra você ver que o mundo realmente dá voltas: a Joana e o Rafael são os maiores cuzões no começo, cheguei até a torcer pra eles morrerem em um ponto da história e hoje eles são os meus favoritos hahaha

Pretendo fazer um post falando melhor mais pra frente, mas por enquanto, prefiro me manter na paz. Eu provavelmente deveria aproveitar os meus últimos dias de assinatura, mas da última vez que fiz isso para relaxar, acabei berrando no meu travesseiro e pensando como a gente tem gosto ruim pras coisas quando é adolescente.

Paz e benção a todos!

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para todos os filmes de romance clichês que eu já vi

Ok, eu sei que o filme saiu há décadas atrás, mas eu só consegui achar a disposição pra assistí-lo hoje – bateu aquela vontade de assistir um filminho bobo pra passar o tempo e cair no sono, sabe?

Sem muitas emoções. Sem reações intensas. Sem vontades loucas de pular na tela e enforcar metade dos personagens.

Então, uma parte deu errado, porque até tô com os olhinhos quase fechando, mas eu quero antes dar um esmurrão no travesseiro de raiva.

Porque NÃO É POSSÍVEL que todo mundo seja tão burro assim. Sério. Não tem como. Eu sei que é um filme de adolescentes (e para adolescentes), e que as coisas que eu assistia eram tão ruins ou piores, mas…

Não dá. A Laura Jean é intragável.

pode entrar, Marie Kondo

marie kondo dizendo estou animada porque amo bagunça
acho que só você mesmo, miga

Acho que todo mundo conhece essa moça maravilhosa guru das limpeza energética tudo. Mas, só pra resumir (e não que eu saiba muita coisa, tá, mas é que eu tô com preguiça de jogar no Google e obter mais informações), a Marie é meio que uma coach de organização. Ela trabalha dando consultoria pra pessoas, famílias, casais, etc. sobre como arrumar as suas coisas e a sua casa. Pois é.

Eu mesma dei aquela virada de olho quando ouvi isso pela primeira vez (quer dizer, ALÔ, se continuarmos assim vai ter alguém responsável por mandar os seus textões de whats GANHANDO DINHEIRO com isso), mas o livro dela foi parar nos mais vendidos em praticamente todos os países que foi lançado, e eu aproveitei uma promo da Saraiva na época e coloquei no carrinho. Eu não sou muito fã de autoajuda, mas com um pouquinho de disposição, consegue-se tirar lições valiosas (e rir de várias pérolas – sério, peguem qualquer um desses de dicas de como não ser mais solteira, eu ria tanto na livraria que sempre um vendedor me perguntava se eu tava bem).

Então, eu li o livro, amei, fiquei até emocionada na parte final, mas nunca apliquei o método de verdade. Eu consegui rever a minha relação com as coisas que eu consumia, e eu já não compro muito, mas agora eu realmente avalio e escolho cada coisa que volta comigo pra casa. Mas da parte de arrumação, mé, isso ainda tô devendo.

Uma das minhas metas desse ano foi de executar o método de cabo a rabo, e por algum motivo, eu sempre tive algum bloqueio. Eu trato todas as causas em terapia semanalmente, mas é aquela coisa, não é como se estar com o armário abarrotado fosse me causar algum mal, sabe?

Mas, eu recentemente fui forçada a me livrar de alguns objetos, e a experiência me fez perceber que praticamente nada do que a gente tem é indispensável, o que acordou em mim a vontade de tentar de novo e levar o Konmari a sério dessa vez.

Vou documentar tudo nas próximas semanas, oremos para que corra tudo bem.

Lágrimas, surtos de nostalgia e cringe são esperados. Que a deusa da organização esteja comigo e me dê forças.

se fantasie e dance a hula

Pois é! Rei Leão estreou dia 18 e fui sábado passado assistir com alguns amigos.

simba neném
momento unânime em que o cinema todo solta aquele AAAAAWN

Sendo bem sincera? Não fui com as expectativas muito altas, não. Esse negócio de versão live action que na verdade, né, é outra animação não me deixou muito ansiosa, porque muitas coisas que funcionam muito na versão original não iam rolar na adaptação (tipo a melhor cena do filme, ou a melhor música do filme).

Mas tudo bem, né? Eu ainda ganhei o ingresso de um amigo, então se tem algo que eu não faria jamais seria reclamar do filme.

Ah, e como foi ele que organizou o rolê, só percebi que pegamos a sessão legendada depois que o filme começou. Foram muitos sentimentos nessa hora – primeiro me deu vontade de rir porque eu lembrei do comentário de um colega do curso (“Nos primeiros 15 minutos é igualzinho Animal Planet”), mas aí quando vi tava mordendo a boca pra não cantar alto junto. Ou chorar de emoção. Ou os dois.

Olha, pra quem não dava (quase) nada, achei incrível! Só não gostei de algumas coisas – as cenas ficaram muito corridas, cenas importantes inclusive, como a que o Mufasa explica pro Simba sobre as estrelas e os grandes reis do passado. Senti que não deram a devida atenção, sabe?

Fora que a animação parece… não sei, truncada? Alguns movimentos parecem meio artificiais, e todo mundo é meio sem expressão – o Simba não parecia MUUUITO feliz ao correr nas lagoas, nem morrendo de medo/triste/desesperado ao fugir das hienas pra não morrer. E é meio tenso diferenciar os personagens às vezes – principalmente a Sarabi e a Nala.

As músicas estão lindas e iguais, e a adaptação ficou muito boa – condizente com as cenas mais realistas mas ainda assim bem Disney. Algumas pessoas chiaram com a música do Scar, mas gente, considerando que não ia mesmo dar pra incluir todos os efeitos pirotécnicos como crateras de fumaça verde e hienas marchando, eu fiquei bem satisfeita. É um momento bem sombrio do filme, e as hienas são medonhas! Eu inclusive me caguei de medo na cena do cemitério dos elefantes, e tive que me lembrar que já sabia que o Mufasa ia aparecer pra não infartar kkkkkkkk.

Mas eu preciso concordar com a maioria das pessoas em relação a Can You Feel The Love Tonight – a Beyoncé floreava demais o final de todas as frases, e eu fiquei um pouco irritada com isso. Assim, ela é a BEYONCÉ, além de não precisar provar pra ninguém que canta muito, ela está ali interpretando um personagem e não fazendo um show dela. Fora que ela engoliu o Gambino, a voz dele desaparece.

No mais, fiquei decepcionada com o Rafiki (cortaram várias falas importantíssimas dele, como a do “está no passado”), Zazu me surpreendeu bastante, e Timão e Pumba continuaram incríveis. (não tem a cena da hula, mas a cena que botaram no lugar também me fez rir demais)

E PELO AMOR DE DEUS, pra quê aquela cena do cocô rolando? Eu poderia ter poupado 3 minutos da minha vida (e sei lá quantas horas de trabalho dos animadores). Alguns detalhes não precisam ser ditos e definitivamente ninguém precisava saber qual caminho o pêlo do Simba percorreu pra chegar até o Rafiki.

Mas é isso né, povo, a gente trabalha com o que tem. E lembre-se, se tudo der errado:

new stranger things

Olar!

Eu já falei num post anterior que amo frio e tal, mas mais alguém fica bem mais preguiçoso quando ele chega?

Ok, esse foi num nível capeta master, e eu fiquei a semana toda me preparando psicologicamente 20 minutos antes de fazer qualquer coisa de casa que envolviam água – tomar banho, lavar a louça, fazer a skincare. Inclusive, eu pulei 2 dias da rotina noturna porque cometi o erro de deitar na cama e me embrulhar nos 20 cobertores logo depois de escovar os dentes pra “me esquentar“. E aí claro que eu sairia de lá depois, né?

 

… SÓ QUE NÃO

Bom, agora que o frio deu uma trégua, voltamos mais ou menos à programação normal. Eu ainda tô acordando mais tarde e sinto uma lagriminha escorrer antes de ir pro curso à noite, mas tirando isso, tá tudo bem.

Agora, sobre o assunto de hoje: vocês também sentem muito tédio em alguns momentos da vida?

Tipo, de não ter nenhuma série ou livro ou filme legal pra acompanhar? E ao mesmo tempo, você também não tem vontade de assistir nada do que te recomendam, ou você até tenta, mas nada te dá aquele suuuuper ânimo? Sabem do que eu tô falando?

Eu tô assim agora.

Quando eu era mais nova eu costumava brincar que pulava de um vício pra outro (HAHAHAHA), porque eu assistia muito anime na época e quando uma temporada acabava, ou eu começava a ler o mangá até enjoar ou então até achar alguma outra coisa que fisgasse a minha atenção.

E eu faço isso com tudo. Com séries. Com desenho (só Deus sabe como eu sofri na época em que Young Justice tava no auge e o Cartoon Network teve a audácia de cancelar). Com livros, com qualquer coisa do gênero.

O problema é que meu cérebro só funciona de dois jeitos:

E aí eu não consigo só começar a ver qualquer coisa só pra ver, sabe?

Quer dizer, pelo menos não até hoje. Eu sempre fui de ficar avaliando e vendo várias reviews antes de começar a assistir alguma coisa, mas decidi desencanar disso. Tive algumas experiências recentes que foram bem positivas – como Haikyuu, que eu comecei a assistir só porque gostei da trilha sonora e acabei pegando amor nos meninos (e eu nem sou a maior fã de vôlei, haha).

Ok, eu também tomei na cara algumas vezes, como quando fui ver Aldnoah:Zero e brochei na hora que vi que era de mecha (aqueles robôs gigantes). EU ODEIO ANIME DE MECHA.

Fora a vez que eu tentei ver Black Clover, e olha, pareceu até legalzinho, mas a voz do protagonista é insuportável. O maldito fala igualzinho à Stacy de Girls in The House, SÓ QUE GRITANDO. Olha que desgraça. Eu assistia o negócio pra ficar em paz e só ficava mais estressada.

Mas, enquanto ainda não emplacamos o próximo mozão cultural, vou fazer uma listinha aqui das coisas que vou tentar acompanhar pra ver o que acontece (e pra eu não me perder também):

  • Série:
  • Anime:
  • Podcast:
  • Livro:

Listas fazem eu me sentir mais produtiva. Com vocês é assim também?

Bom, agora vamos curtir um pouco. Mas sem dormir tarde, hein. Amanhã já é segunda de novo, gente, bora pra labuta.

minha eu do passado

MAS QUE FRIO DO CAPETA É ESSE

minions com frio
se alguém quiser compartilhar calor humano ou me emprestar um cachecol, é nóis

Olha, eu sou bastante calorenta. Com 15ºC eu ando de regata na rua, sempre tiro as blusas (de impaciência mesmo, alguma coisa com manga comprida/gola alta me deixa agoniada) e sempre sou a única pessoa que tá de boa no escritório enquanto todo mundo tem um cobertorzinho pendurado na cadeira.

MAS DESSA VEZ NÃO TÁ DANDO.

O engraçado é: eu já passei muito mais frio que isso. Quando eu fui pra Gramado e tava 0 graus. Quando eu fui pro Japão e tava -2.

Ou quando eu fui pra Nova York e estava MENOS DEZOITO (só o frio recorde da história dos EUA). E ainda choveu no último dia pra deixar as coisas mais legais.

Acho que é o fator viagem, porque não é possível.

Dito isso… achei um Tumblr meu de 4 anos atrás. Eu o abri pra escrever sobre o meu está gio bosta da época e falar sobre todos os perrengues e coisas engraçadas que aconteciam. Lembro que não divulguei pra ninguém porque não sabia se queria que as pessoas vissem ou não – eu tava só começando a carreira, e apesar de muitas reclamações ali serem válidas (tem um post revoltadíssimo sobre mulheres porcas que não dão descarga HAHAHAHAHA), se alguém importante visse eu me f*deria muito e não valia a pena arriscar meu emprego só pra lacrar.

Mas olha, independente disso, é legal ver como algumas coisas nunca mudam. Eu continuo desbocada, corajosa, e fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Claro, eu evoluí bastante de lá pra cá – hoje seguro um pouco mais a barra e priorizo mais o crescimento na carreira que a empresa pode proporcionar do que se tem ou não dress code – mas eu ainda tenho umas crises de insegurança uma hora ou outra e ver que eu superei tudo isso na época me faz lembrar que eu consigo resolver o perrengue que seja que eu tiver que resolver agora.

Obrigada, Lari de 2015 ❤