sobre a vida #2: gripada, tresloucada, e transtornada.

Gribe, bossa.

Que goisa bêo.

Pois é, faz uns 10 dias que o vírus resolveu fazer uma visitinha. Disse que estava com saudades, mas olha só que falta de consideração – nem me avisou que ia chegar, e, quando vi, tava em casa comigo, esticando as perninhas no sofá, roubando doces da geladeira. E eu tive que barganhar com o bicho, afinal, tinha baladzênha pro finde inteiro. E pro próximo.

Bom, sobrevivi. Fui nas festas e provavelmente o bichinho ficou feliz em poder alojar outros felizardos.

E assim, nem reclamo da garganta (nem dói tanto, só de manhã logo depois de acordar – e convenhamos que nessa hora dói até a alma), é mais a sensação engraçada de ter um nabo enfiado no seu nariz. E der que figar falando assim beio embolado.

Aliás, ouçam as suas mães, viu?

Tomei dois disquinhos de Fluviral pra sarar da gripe, de manhã, ignorando solenemente os avisos da querida mama de que eles davam um sono do capeta.

Resultado: eu capotando no ônibus antes de ir pro trampo, dormindo de comprido em dois lugares, e quase indo parar lá na ZL. e depois, pescando na cara do gerente numa reunião importantíssima.

Aliás, falando em baladas…

Fui numa festa da faculdade no último sábado. Em uma fatídica hora, minha amiga perdeu o celular e ficou desesperada e chorando muito – ou seja, bora levar a menina pra sentar um pouco e respirar fundo.

Tranquilo não fosse o segurança hiper fofo e delicado #sqn, que chegou expulsando todo mundo dizendo que iríamos morrer pisoteados como na Boate Kiss e que eu argumentava super bem apesar de ser da roça (?????).

E pra completar a sessão zen, claro que tinha que dar eu gritando que nem uma louca com muita vodka nazideia que ele era ignorante e preconceituoso, com meus amigos me arrastando pra fora dali.

glamour puro!

Enquanto isso, no Iraque… 😦

E mudando para um assunto pesado, e nada a ver.

Li uma notícia essas semanas que me deixou arrasada. E, aparentemente, isso está me perseguindo – tive pesadelos horríveis, e estou começando a questionar o quanto sou medrosa e ignorante em relação ao mundo – ao menos, em comparação aos jornalistas que estão mundo afora cobrindo guerras e afins.

Só quero dizer que eu acredito de verdade que, o que você dá pra vida, ela te traz de volta. Mas o que essas pessoas fizeram pra merecer uma coisa dessas?

Eu só rezo para que aqueles que já morreram descansem em paz, e que os que ainda estão vivos, consigam escapar de alguma maneira. Ser humano nenhum merece morrer ou sofrer assim.

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