trilha sonora #5: anime-se parte 2

Que o Carnaval acabou e as desculpas pra vadiar também agora não há mais nada que impeça 2015 de “começar” de verdade, segundo a opinião de muitos.

Não concordo muuuuito, maaaas não posso dizer que não fiquei feliz da faculdade compartilhar do mesmo sentimento, então deixemos quieto que tá bom assim. Tá ótimo, tá maravilhoso! Divo, uhul!

E pra dar um gás na sua, na minha, na nooooossa semana, aquela playlist ***ressuscita cadáveres*** que não lembra em absolutamente nada o feriado que nos agraciou com toda essa putaria zoeira.

Continuo sem saber qual foi o hit do ano! Conheci-os somente de nome e ainda não decidi se quero aprofundar a relação, me deixem matutar um pouquinho.

Sem mais delongas:

  1. Dreaming, de Smallpools

 Eu tenho a impressão que já ouvi essa música em algum lugar há muito tempo atrás – não sei onde nem quando nem como e muito menos o porquê. Ou ela é parecida mesmo com alguma outra música ou é um daqueles déjávu (tá escrito certo?) dumal que tenho às vezes. 

  1. Let It Go, de Dragonette

Da série “a vida quis tocar isso aqui 3000 vezes no shuffle e eu resolvi pôr porque curto uma coincidência”.

  1. You Are, de Lionel Richie

Da série “hits bregas que você ouve e adora na ALPHA FM”.

*o nome está inteiro em CAPS LOCK no site, resolvi copiar.

  1. Virtual Insanity, de Jamiroquai

Continuação da série do item anterior.

Além do que, eu adoro a voz do Jay Kay.

  1. Wrapped Up, de Olly Murs Travie McCoy

Candidato a hit da vez (na minha vida, pelo menos), ein?

Duas palavras que sempre me pegam: Instrumental. Bom. E esse é bom DEMAIS ASDFGHJKLÇ

  1. Chocolate, de The 1975

Eu achava que era o Panic! At The Disco que cantava, mas descobri que não.

A voz é igualzinha, juro pra você!

  1. What You Know, de Two Door Cinema Club

Você nunca consegue errar com essa banda.

E o nome deles é tão legal, te faz sentir tão hipster cult dizer que você é fã de “oh, Two Door Cinema Club”.

… mals, sou só eu alucinando mesmo.

sobre a vida #8: centena feliz, pokémon

Os tais dos 100 dias felizes

Você provavelmente deve ter ouvido falar do desafio dos #100happydays, ou quem sabe até completado um já 🙂 Eu sei que ele é meio antiguinho e que a onda já passou, mas acho que a ideia é bem atemporal (qual tendência é maior do que ser feliz?) e, mesmo hesitando bastante, resolvi encarar a parada!

Já faz um tempinho desde que comecei – já se foram 29 dias! A experiência é bem interessante por diversos motivos: ela te deixa alerta pro que tem potencial pra te deixar feliz (mesmo que seja um pouquinho só), e qualquer coisinha já te deixa meio “ooooopa!” haha Mas o que eu acho engraçado mesmo é que, pelo menos no meu caso, as coisas não são tão espontâneas quanto imaginava que fossem. Sou dessas que esquece completamente da câmera quando curto o momento (e me orgulho muito disso, confesso!).

Mas aí volto pra casa e fico “PUTZ esqueci de tirar a foto” e acabo tirando de outra coisa aleatória, mesmo.

Fora que eu sou super desconfiada, sabe? Não tiro o celular da bolso na rua ou em lugares muito movimentados de jeito nenhum, às vezes nem no ônibus ou metrô eu consigo! Aí quando vejo alguma coisa legal nesses lugares só fico no achar legal e vou embora 😛

Mas a melhor parte mesmo é que você se conhece melhor. Notei que ando bem caseira, posto muitas fotos de objetos e amo meus amigos do trabalho ❤

Voltei a ter 10 anos e a jogar Pokémon o dia inteiro, #mejulgue

Uma coisa que eu gostaria de fazer é jogar mais jogos! Quando eu era criança, ficava no computador jogando The Sims e alguns games da finada LucasArts alucinadamente. O engraçado é que as coisas que eu jogava (Full Throttle e a série da Ilha dos Macacos) eram totalmente não apropriadas pra minha idade! Os jogos eram do meu pai, não entendia nada e sempre pedia a ajuda dele pra saber o que fazer em seguida.

Só anos depois fui me dar conta de que joguei coisas que incluíam ações ilegais, como roubar, brigar com o coleguinha, dar socos no coleguinha, matar o coleguinha, etc. Ok que era por causas nobres como resgatar sua noiva de um pirata zumbi ou provar que você não assassinou um cara, mas ainda assim.

Viu? Essa é a prova definitiva de que videogames violentos não influenciam pessoas a se tornarem assassinos terroristas.

Mas enfim, eu joguei Pokémon alucinadamente também! Tinha uma época que eu era tão viciada que conseguia zerar o Gold/Silver em menos de SEIS HORAS, e minha mãe chegou a trancar todas as revistas em um armário porque eu não queria fazer lição de casa pra ficar jogando 😛 Aí esses dias bateu uma saudade, sabe? Como a Nintendo não vende mais no Brasil (</3) e eu não sei onde meu Gameboy se encontra, baixei tudo no emulador e fui jogar.

Já zerei o Black duas vezes, mas nunca o White porque eu preferia o Reshiram ao Zekrom.

E como eu só quero ver a história e não tenho mais paciência pra ficar treinando os bichinhos, enchi o jogo de Action Replay pra ir mais rápido. E nem estou me sentindo culpada, é legal pra cacete deixar o seu time inteiro brilhante e 5 níveis mais forte em 5 minutos.

Pode me julgar, eu deixo!

trilha sonora #4: anime-se

Que a faculdade voltou, o trabalho aumentou, as contas chegaram, MAAAS a vida é linda e tá tudo nos eixos e a gente sempre consegue se virar 🙂 Minhas aulas estão ok, mudei pra uma mesa melhor no escritório e as finanças estão ótimas. Até a água está aumentando aqui em São Paulo, olhe só você.

Ok que é meio desesperador e WTF ficar comemorando cada 1% que sobe no nível da Cantareira, mas somos especialistas em rir da nossa própria sorte e desgraça então AEEEEEEEEEW

Não foi muito de propósito, mas as escolhas da semana são todas (ok, maioria) músicas pop de novo animadinhas que são um dengo de ouvir e sambar nesse pré-carnaval. Aliás, eu nem tinha me tocado que é Carnaval. Me dei conta agora, inclusive.

Oh meu Deus.

Enfim, listinha diva da semana começa com:

  1. Shower, de Becky G

    Em tempo: só eu acho a Becky G meio parecida com a Selena Gomez às vezes?
    Tem umas horas que eu olho e fico HMMM, mas aí reparo no dentinho separado da frente (NÃO trollando, acho fofo e charmoso <3) e no estilo mais descolado e relax e fico, ah, não é a Selena.

    Sobre a música: acho que ela fica em um meio termo perfeito! Te dá um gás e meio que te relaxa ao mesmo tempo, tem uma energia super positiva que sempre me deixa mais animada quando ouço 🙂

  2. Relax, Take It Easy, de Mika

    Eu tinha me esquecido do quanto adorava essa música! Lembrei dela esses dias porque tocou em algum lugar (não lembro onde). Essa sempre foi a minha favorita do Mika – aliás, cadê ele, alguém sabe? – e eu adorava o estilo meio psicodélico dos clipes e a voz aguda meio atípica para um cara.

    Fora a mensagem! Quer coisa mais anti estresse do que uma música que tem “take it easy” no título? (ou numa tradução tosca, “pega leve”)

  3. Drive By, de Train

    Vou contar uma historinha: uma vez uma garota trouxa ficou de rolo com um babaca e, toda vez que ouvia essa música (recém-lançada, por sinal) ficava toda pensativa porque imaginava como seriam as coisas mais pra frente entre ela e ele.

    A garota trouxa sou eu. E o babaca… acho que continua sendo um babaca, não saí pra procurar.HAHAHA

    Graças a Deus deixei de ser trouxa e nunca na vida cometi o erro de associar música nenhuma com ninguém (juro, acho que sou incapaz disso, se me perguntarem qual música eu acho que me lembra a minha mãe, não vou saber responder), ou então acabaria estragando essa obra de arte magnânima desse grupo lindo e maravilhoso.

  4. Fine, de Kylie Minogue

    Gente, eu amo a Kylie! Acho que ela não tem todo o crédito que merece, tendo em vista a artista e a inspiração que ela é – pra quem não sabe, ela foi diagnosticada com câncer de mama em 2005. Venceu a doença e voltou aos palcos para arrasar, como nasceu pra fazer ❤

    Babação de ovo à parte, eu sou apaixonada pela música dela porque acho que faz parte daquele pop sintético dançante que ela e outros artistas não deixaram morrer. Não consigo pensar em ninguém que tenha exatamente o estilo dela, parece que é tão único e característico, sabe?

    Eu gosto especialmente dessa faixa de Kiss Me Once, mas por favor ouça o álbum inteiro que você vai adorar também 🙂

  5. Ghost (Oliver Nelson Remix), de Ella Henderson

    Não tenho muito mais o costume de ouvir música no rádio esses dias – exceto em alguns finais de semana quando vou pro interior com meus pais e eles deixam tocando pra viagem ficar um pouquinho melhor.

    Mas sabe, estou pensando em voltar a ouvir! Das últimas três vezes que fui, descobri várias músicas legais tocando e quase acabei com a bateria e o 3G do celular de tanto que botava o Shazam pra funcionar. Da última vez, nesse domingo, tocou essa aqui e foi paixão à primeira escutada (???).

    Infelizmente, não procurei nada sobre a música ou a artista depois, então vai ter que ser um tiro no escuro mesmo se você quiser escutar! Mas eu prometo que é bom. Vai na fé.

  6. Different Colors, de Walk The Moon

    Sou dessas que, quando escuta uma música e gosto, só consigo ouvir aquela música e acabo ou não gostando ou ignorando as outras faixas do álbum (se tiver, claro). Porque eu até escuto, mas sempre fica aquela coisa de “ai, mas a outra é tão legal… essa daqui não é tanto” e aí nem ligo muito.

    Feliz de dizer que Different Colors é uma exceção – acho até que gosto mais do hit sucesso, Shut Up and Dance. Talvez pelo fato de ser novidade, mesmo.

  7. Fake Tales of San Francisco, de Arctic Monkeys

    Mais uma da série “ouvi no carro” 😛

    E pra fechar, a “ovelhinha negra” da lista: Arctic Monkeys!
    Apesar de gostar do gênero, não sou muito de ouvir rock! Mas tenho tentado diversificar as coisas que eu escuto e sair da minha zona de conforto musical que geralmente fica no pop bonitinho e de vez em quando uma música clássica pra relaxar (assim, quando preciso MUITO).

    Claro que ainda sou uma vergonha para a maioria dos conhecidos que é super fã de Metallica e The Killers, mas já fico feliz porque a quantidade de música nova que conheço aumenta todo dia e estou descobrindo cada vez mais bandas legais pra curtir 🙂 É um mundo novo pra mim, tô meio encantada mesmo hahaha

sobre a vida #7: reta final, conquistas, carnivale

E foi dada a largada para o meu último ano!

Já faz 3 anos desde que fiquei sabendo que fui aprovada no vestibular e saí correndo no segundo dia do ano para fazer a matrícula na faculdade. Ainda não tinha certeza de que aquele era o curso certo, mas só de saber que eu tinha passado em algum lugar (um bom, certo? hehe) e que não teria que começar o ano no cursinho, eu já me senti super aliviada.

Dei sorte! Descobri que sou apaixonada pela minha área e que ela é tão ampla que eu sinto como se pudesse fazer o que eu quiser 🙂

Eu deveria estar num momento depressivo e de negação pelo fim oficial da minha vida de estudante “forçada”, mas só consigo pensar no quanto quero que esse martírio acabe logo. Ando com uma preguiça imensa daquele lugar, e só de ver a mensalidade e a putaria com problemas desnecessários aumentarem a cada ano (fora o TCC!) a vontade de ir embora logo só cresce.

Fora que não estou psicologicamente preparada para a volta às aulas amanhã, falo mesmo!

eu neste exato momento

A parte boa é que voltarei a ver as amigas lindas que me acompanham nessa batalha diária numa frequência beeem maior 😀

Planos, planos, planos

Sabe, eu nunca fui dessas de fazer metas de ano novo. Prometia um monte de coisas, mas não ia atrás e não conseguia cumprir porque… bem… eu esquecia delas já no primeiro mês HAHAHA então quando chegava o final do ano eu ficava “nossa, o que eu tinha pedido mesmo?”. Como eu nem sabia, nem tinha como ter cumprido, né?

Mas esse ano eu comecei com gás total, me metendo de louca a cumprir uma porrada de desafios – e vem mais por aí *gulp*. Eu prometi pra mim que a única meta que eu teria para 2015 (e a que eu mentalizei na virada da meia-noite) foi que eu iria atrás dos meus objetivos e não ficaria esperando todo 1º de Janeiro para parar pra pensar no que eu queria de verdade.

Essa ideia aqui influenciou bastante nessa decisão 🙂 Inclusive, preciso fazer minha jarrinha!

E eu achei que ia desanimar, mas já realizei duas coisas que eu queria muito. E fiquei ainda mais faminta por mais RAWR

mim segurem que eu vou com tudo

Carnaval chegando na sua fuça aí geeeente

Mas já foi mais animado, hein?

E não falo nem por mim, é pelos outros mesmo! Nunca fui muito fã, sempre detestei e tinha que me conformar em aturar a felicidade imensa das pessoas nas festanças que eu achava um saco. Mas esse ano parece que todo mundo anda meio broxado e sem dinheiro pra fazer as coisas.

Digo, cadê hit tenebroso 2015? Cadê pessoas fazendo planos loucamente com 3 semanas de antecedência? Cadê todo mundo molenga e dizendo que o ano só começa de verdade depois do Carnaval?

Parece que resolveram que é melhor mesmo ir ver o filme do Pelé dormir do que pular no bloco… sei lá.

desafio #2: lendo mais com açúcar pop 2015

Sobre metas de Ano Novo: eu não me sinto a pessoa mais indicada pra falar do assunto, porque nunca fui muito de fazer. E se fazia, nem adiantava muito, porque geralmente eu esquecia dois meses depois! Hahaha

Pior que é sério. Mesmo.

Pois então, uma das coisas mais comuns que eu ouço as pessoas prometerem, além de começar academia e economizar mais dinheirinho, é ler mais livros! Eu super apoio a causa e acho que ler é uma das melhores formas de abrir a cabeça e se distrair. Fora que é uma excelente arma pra usar no ônibus e em lugares pra evitar ter que falar com pessoas, E parecer super culto ao mesmo tempo!

Obviamente que isso depende do livro que você está lendo… assim, não tenho nada contra nada do que você ler, MAAAAS, 50 Tons de Cinza (e similares) geralmente não são lá obras muito conhecidas pela sociedade por sua extrema complexidade linguística e de enredo, sabem como é. Mas o livro é seu, colega, você o obteve por meios legais (ao menos, assim espero) e ninguém tem nada a ver com sua vida, então, se quiser pegar e esfregar uma capa cheia de abdômens trincados na fuça dessa fucking society, SE JOGA!

Mas voltando ao assunto: 2014 não foi um ano ruim pra mim em termos de leitura, mas ficou bem abaixo da minha quantidade ideal (15 de 50) e eu não senti que variei muito nas escolhas de gênero. Farei resenhas sobre os livros lidos em breve, prometo!

Vi o desafio abaixo no 9GAG, mas ele foi proposto mesmo pela PopSugar, uma plataforma de conteúdo americana. No total, são 50 itens e 52 livros (tem uma trilogia no meio). E fora o perrengue de ter que ler meia centena de livros, algumas ideias são bem cabeludas!

  1. Com mais de 500 páginas
  2. Um romance clássico
  3. Que virou filme
  4. Publicado este ano
  5. Com um número no título
  6. Escrito por alguém com menos de 30 anos
  7. Com personagens não-humanos
  8. Que seja engraçado
  9. Escrito por uma mulher
  10. Um mistério ou thriller
  11. Um livro cujo título seja uma só palavra
  12. De crônicas/histórias curtas
  13. Que se passe em outro país
  14. Uma não-ficção
  15. Um livro de estreia que fez sucesso
  16. Um livro de algum autor que você ama mas não leu ainda
  17. Uma recomendação de um amigo
  18. Um vencedor do prêmio Pulitzer
  19. Baseado em uma história real
  20. Um livro que esteja no final da sua lista
  21. Um livro que sua mãe ama
  22. Um livro que te dê medo
  23. Um livro com mais de 100 anos de idade
  24. Que você leia baseado exclusivamente na capa
  25. Um livro que você deveria ter lido na escola, mas não leu
  26. Um livro de memórias
  27. Um livro que você consiga terminar em um dia
  28. Um livro com antônimos no título
  29. Um livro cuja história se passe em um lugar que você sempre quis conhecer
  30. Um livro que foi publicado no ano que você nasceu
  31. Um livro com péssimas avaliações
  32. Uma trilogia
  33. Um livro da sua infância
  34. Um livro com um triângulo amoroso
  35. Que se passe no futuro
  36. Que se passe no ensino médio
  37. Um livro com uma cor no título
  38. Um livro que te fez chorar
  39. Um livro com mágica
  40. Uma graphic novel
  41. Um livro de um autor que você nunca leu antes
  42. Um livro na sua estante que você nunca leu
  43. Um livro que se passa na sua cidade natal
  44. Um livro originalmente escrito em outra língua
  45. Um livro que se passe durante o Natal
  46. Um livro de um autor com as mesmas iniciais que as suas
  47. Uma peça
  48. Um livro banido
  49. Um livro que baseou ou foi baseado em uma série de TV
  50. Um livro que você começou mas nunca terminou

Algo me diz que eu me meti numa outa enrascada vou passar por uns perrengues básicos nessa missão, mas não volto atrás porque ESSE É MEU JEITO NINJA! tô serta

E se você quiser encarar o desafio também, embarque nessa comigo e vamos trocando sugestões de livros 🙂 a ver com a lista, ou não.

é tóis barney

trilha sonora #3: de volta ao passado

Porque dá pra abdicar de muita coisa, mas não de uma boa música!

E já que elas marcam tantos momentos das nossas vidas, nada melhor do que fazer, de vez em quando, aquela sessão nostalgia pra lembrar as coisas boas e de aceitação da finesse pública, e aquelas que você amava mas não se sentia lá muito confortável em compartilhar sua adoração com o mundo.

Uma dessas rolou comigo essa semana (mais ou menos, vai) e esse foi o resultado:

  1. Let’s Groove, de Earth, Wind & Fire

Ressurgida naquele momento mágico em que você põe as músicas em shuffle e descobre coisas que você não lembra de ter baixado nunca na sua vida!

Sempre válida pela perfeição e pela capacidade infalível dos caras de animarem os espíritos de qualquer defunto semi-morto.

  1. Don’t Trust Me, de 3OH3!

Essa música tá me perseguindo, não é possível.
Coloco o celular pra tocar de manhã enquanto me arrumo, pra me ajudar a acordar – e por ser mais legal também! hehe. E. Todo. Santo. Dia. Toca. Essa. Joça.

Mas ela é ótima, nem ligo!

  1. Afterlife, de Ingrid Michaelson

Adoro descobrir músicas ao acaso, como no caso dessa aqui.

Moça, não te conheço, mas já te considero pakas por esse som maravilhoso!

Continue assim!

  1. Floorfiller, de A Teens

Ô, Jesus, como eu sou cafona.

Sabe quando bate uma saudade aleatória de alguma coisa da sua infância? Semana passada eu fiquei pensando como eu adorava esse clipe (eu e uma amiguinha da escola ficávamos brincando de ‘faz de conta’ e rolava a maior briga pra decidir quem seria a menina loira – e eu nem lembro o motivo… mas acho que é porque achávamos ela a mais bonita HAHAHA). E então eu fui ver o clipe e… Olha, gente, como as coisas mudaram de lá pra cá.

Acho o máximo como a gente percebe o quanto era brega, e o quanto isso era legal porque éramos felizes pra caramba e estávamos pouco nos lixando.

Me levem de volta pros meus anos incríveis!

  1. Believe Me, de Fort Minor

A sessão ‘resgate ao passado’ aqui tá bacana, hein?

Eu não sei se muita gente conhece essa música (a mais famosa do grupo é Remember The Name, que lançou há… anos atrás), mas ela é ótima e tem uma batida que eu não consigo explicar – tem um piano no começo, e aqueles efeitos meio sintéticos, e tem rap no meio, mas não é nada pesadão, sabe?

Aliás, foi a primeira música que eu escutei deles, quando o clipe passou na MTV (na época em que era O canal descolado da galera, e, se você não visse, era julgado eternamente) e eu achei o máximo os efeitos de edição.

  1. Ain’t It Fun, de Paramore

Faz quarenta mil anos que eu não escuto Paramore.

Aliás, nunca fui muito de escutar… nem mesmo na época mais “modinha” da banda. Não é nem que eu não goste, só que não costuma ser minha primeira opção – e, partindo deles, prefiro um som mais agressivo do que a fofura de The Only Exception.

Não nasci pra ser romântica, mals!

  1. Never Gonna Give You Up, de Rick Astley

Pra chutar o balde de uma vez por todas, o hit dos hits com um clipes de qualidade mais duvidosa e menor coerência possível com a letra, e que toca todo dia na Jovem Pan sabe-se lá por qual motivo.

Mas, por favor, não parem de tocar essa música! Eu fico toda feliz sempre que ouço ela tocar no rádio e acho que é a única jura de amor exagerada da história que não gera uma reação negativa por parte do público feminino.

Aliás, alguém me ajude porque eu não consigo parar de escutar isso aqui SOCORR

desafio #1: os 15 de 2015

Mas olha só quem apareceu !1!!111!1

Aliás, com muito atraso: feliz ano novo! Passaram bem a virada? Já fizeram todos os planos? Já realizaram algum deles?
Eu não sei bem como começar um post depois de ter sumido por um tempo, então, vou começar do começo.

Eu sou bastante supersticiosa – não passo debaixo de escada, não saio de casa sem um amuletinho e encho a carteira todo ano de sementes de uva. E sabe, por mais que eu concorde com a ideia de que “todo dia é um novo dia”, acredito que o 1º de Janeiro sempre vai ter aquela pegada especial. Afinal, é um primeiro dia de um ano novo pra todo mundo ao mesmo tempo! Para pra pensar o quão louco é isso.

O primeiro mês de 2015 está oficialmente acabado (aliás, alguém mais sentindo aquele desespero?), e eu passei esses primeiros 31 dias pensando (yep) em como gostaria de levar os próximos 11 meses. Por algum motivo, sinto que 2015 vai ser um ano especial na vida. Parte por sensação cósmica mesmo, mas parte porque alguma coisa mudou em mim, e eu finalmente me sinto preparada e disposta a realizar certas mudanças na minha vida.

Portanto, resolvi lançar um desafio para mim mesma, aproveitando a inspiração da Vic e da Taina (que eu conheci pelo post da Vic, por sinal!). São 15 coisas que eu quero fazer até o fim do ano, e as motivações são muitas! Coisas que eu tenho vontade mas falta a coragem, projetos antigos que eu venho adiando, marcos novos da minha vida…

Então, eu lhes apresentoooo… Os 15 de 2015.

  1. Fazer uma tatuagem
  2. Tirar minha carta de motorista
  3. Aprender a investir
  4. Praticar uma arte marcial
  5. Mudar o cabelo
  6. Completar o Desafio de Leitura
  7. Finalizar um Projeto ‘Pan 10’
  8. Terminar um #100happydays
  9. Ser voluntária em uma ONG
  10. Ter um livro autografado
  11. Ir a um show
  12. Viajar sozinha
  13. Ter a minha sorte lida
  14. Meta secreta
  15. Escrever um livro

Talvez eu mude uma ou duas metas depois – não é nem pela “dificuldade”, e eu realmente quero realizar todas elas, mas sabe quando dá aquela sensação de “hmm, não é bem isso”? Apesar de tudo, eu gosto dela – costumava acreditar que, sempre que ela aparecia, significava que tinha alguma coisa errada na vida. Digo… como assim eu não sei o que eu quero?? HAHAHA

Mas eu ando mais aberta com essa coisa de querer tudo perfeitinho e conforme minhas expectativas (quase sempre irreais). Não tenho o plano inteiro, mas vou começar sem ele mesmo e ver o que 2015 me apresenta de bom, também 🙂

Torçam por mim!