sobre a vida #8: centena feliz, pokémon

Os tais dos 100 dias felizes

Você provavelmente deve ter ouvido falar do desafio dos #100happydays, ou quem sabe até completado um já 🙂 Eu sei que ele é meio antiguinho e que a onda já passou, mas acho que a ideia é bem atemporal (qual tendência é maior do que ser feliz?) e, mesmo hesitando bastante, resolvi encarar a parada!

Já faz um tempinho desde que comecei – já se foram 29 dias! A experiência é bem interessante por diversos motivos: ela te deixa alerta pro que tem potencial pra te deixar feliz (mesmo que seja um pouquinho só), e qualquer coisinha já te deixa meio “ooooopa!” haha Mas o que eu acho engraçado mesmo é que, pelo menos no meu caso, as coisas não são tão espontâneas quanto imaginava que fossem. Sou dessas que esquece completamente da câmera quando curto o momento (e me orgulho muito disso, confesso!).

Mas aí volto pra casa e fico “PUTZ esqueci de tirar a foto” e acabo tirando de outra coisa aleatória, mesmo.

Fora que eu sou super desconfiada, sabe? Não tiro o celular da bolso na rua ou em lugares muito movimentados de jeito nenhum, às vezes nem no ônibus ou metrô eu consigo! Aí quando vejo alguma coisa legal nesses lugares só fico no achar legal e vou embora 😛

Mas a melhor parte mesmo é que você se conhece melhor. Notei que ando bem caseira, posto muitas fotos de objetos e amo meus amigos do trabalho ❤

Voltei a ter 10 anos e a jogar Pokémon o dia inteiro, #mejulgue

Uma coisa que eu gostaria de fazer é jogar mais jogos! Quando eu era criança, ficava no computador jogando The Sims e alguns games da finada LucasArts alucinadamente. O engraçado é que as coisas que eu jogava (Full Throttle e a série da Ilha dos Macacos) eram totalmente não apropriadas pra minha idade! Os jogos eram do meu pai, não entendia nada e sempre pedia a ajuda dele pra saber o que fazer em seguida.

Só anos depois fui me dar conta de que joguei coisas que incluíam ações ilegais, como roubar, brigar com o coleguinha, dar socos no coleguinha, matar o coleguinha, etc. Ok que era por causas nobres como resgatar sua noiva de um pirata zumbi ou provar que você não assassinou um cara, mas ainda assim.

Viu? Essa é a prova definitiva de que videogames violentos não influenciam pessoas a se tornarem assassinos terroristas.

Mas enfim, eu joguei Pokémon alucinadamente também! Tinha uma época que eu era tão viciada que conseguia zerar o Gold/Silver em menos de SEIS HORAS, e minha mãe chegou a trancar todas as revistas em um armário porque eu não queria fazer lição de casa pra ficar jogando 😛 Aí esses dias bateu uma saudade, sabe? Como a Nintendo não vende mais no Brasil (</3) e eu não sei onde meu Gameboy se encontra, baixei tudo no emulador e fui jogar.

Já zerei o Black duas vezes, mas nunca o White porque eu preferia o Reshiram ao Zekrom.

E como eu só quero ver a história e não tenho mais paciência pra ficar treinando os bichinhos, enchi o jogo de Action Replay pra ir mais rápido. E nem estou me sentindo culpada, é legal pra cacete deixar o seu time inteiro brilhante e 5 níveis mais forte em 5 minutos.

Pode me julgar, eu deixo!

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s