fiz a prk. essa foi a cirurgia.

Alô, pessoas bonitas!

Como estão todos?

Bem, eu sei que dei aquela sumida básica, mas muita coisa aconteceu nesse último mês. Resumindo, curti minhas férias até dia 30, voltei pro trabalho (resmungando, ok, mas voltei!) dia , recebi uma nova proposta de trabalho no dia 10, pedi demissão dia 11 e me preparei no feriado e fim de semana para a cirurgia refrativa dia 15.

Eu explico melhor sobre a demissão e todas as mudanças num próximo post, mas por agora, vou me concentrar na cirurgia, tá bom?

Bem, naquelas consultas no oftalmo que fiz há alguns meses atrás, o médico me disse que meu grau estava estável e perguntou se eu tinha interesse na cirurgia. Eu disse que sim, mas sendo bem sincera, não pensei muito na hora HAHAHA.

Depois de uma longa bateria de exames pra determinar se eu estava apta pra cirurgia – topografia, mapeamento de retina, pentacam etc. – meu médico recomendou a PRK. É uma técnica um pouco mais invasiva e que exige um tempo maior de recuperação, mas é mais segura no meu caso, que tenho a córnea um pouco mais fina que o normal.

Bem, marcado pro dia 15. O pré-operatório foi bem simples – 2 colírios pra pingar com intervalos de 8 horas, não encher a cara, não fazer nenhuma loucura.

O meu procedimento foi realizado no CEMA, hospital especialista em oftalmologia que tem uma sede grandona lá na Mooca. Cheguei bem cedo (minha cirurgia era de manhã). Minha mãe me deu um remedinho pra dor pra tomar antes da cirurgia. Demos entrada. Fomos guiadas por um labirinto de corredores até uma salinha de espera. Iam me chamar pelo nome.

Acabou que a cirurgia atrasou mais do que esperávamos, e eu já estava uma pilha de nervos, quase subindo pelas paredes, mandando mensagens de socorro pra minha melhor amiga, enfim, o caos. Uma moça me chamou. Fui levada pra uma sala, que dava em várias outras salinhas, e todas estavam cheias de gente. Essa moça me fez umas perguntas, pingou colírio anestésico, e me embrulhou numas roupas de hospital com aquele “tecido” fake que embrulha mesa de festa, sabe? Hahahaha desculpa, não sei explicar, mas foi isso.

Aí foi esperar mais.

Me deixaram sozinha, sentada numa poltrona, quietinha. E toda hora passando gente pela porta do lado. Ah, aí é a sala de cirurgia. Eu comecei a me alongar pra passar o tempo, mas eu ainda estava super nervosa. Comecei a imaginar meu namorado rindo da minha cara pra me acalmar. Funcionou… mais ou menos.

Enfim, me deixaram esperando tanto tempo que eu acalmei.

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