new stranger things

Olar!

Eu já falei num post anterior que amo frio e tal, mas mais alguém fica bem mais preguiçoso quando ele chega?

Ok, esse foi num nível capeta master, e eu fiquei a semana toda me preparando psicologicamente 20 minutos antes de fazer qualquer coisa de casa que envolviam água – tomar banho, lavar a louça, fazer a skincare. Inclusive, eu pulei 2 dias da rotina noturna porque cometi o erro de deitar na cama e me embrulhar nos 20 cobertores logo depois de escovar os dentes pra “me esquentar“. E aí claro que eu sairia de lá depois, né?

 

… SÓ QUE NÃO

Bom, agora que o frio deu uma trégua, voltamos mais ou menos à programação normal. Eu ainda tô acordando mais tarde e sinto uma lagriminha escorrer antes de ir pro curso à noite, mas tirando isso, tá tudo bem.

Agora, sobre o assunto de hoje: vocês também sentem muito tédio em alguns momentos da vida?

Tipo, de não ter nenhuma série ou livro ou filme legal pra acompanhar? E ao mesmo tempo, você também não tem vontade de assistir nada do que te recomendam, ou você até tenta, mas nada te dá aquele suuuuper ânimo? Sabem do que eu tô falando?

Eu tô assim agora.

Quando eu era mais nova eu costumava brincar que pulava de um vício pra outro (HAHAHAHA), porque eu assistia muito anime na época e quando uma temporada acabava, ou eu começava a ler o mangá até enjoar ou então até achar alguma outra coisa que fisgasse a minha atenção.

E eu faço isso com tudo. Com séries. Com desenho (só Deus sabe como eu sofri na época em que Young Justice tava no auge e o Cartoon Network teve a audácia de cancelar). Com livros, com qualquer coisa do gênero.

O problema é que meu cérebro só funciona de dois jeitos:

E aí eu não consigo só começar a ver qualquer coisa só pra ver, sabe?

Quer dizer, pelo menos não até hoje. Eu sempre fui de ficar avaliando e vendo várias reviews antes de começar a assistir alguma coisa, mas decidi desencanar disso. Tive algumas experiências recentes que foram bem positivas – como Haikyuu, que eu comecei a assistir só porque gostei da trilha sonora e acabei pegando amor nos meninos (e eu nem sou a maior fã de vôlei, haha).

Ok, eu também tomei na cara algumas vezes, como quando fui ver Aldnoah:Zero e brochei na hora que vi que era de mecha (aqueles robôs gigantes). EU ODEIO ANIME DE MECHA.

Fora a vez que eu tentei ver Black Clover, e olha, pareceu até legalzinho, mas a voz do protagonista é insuportável. O maldito fala igualzinho à Stacy de Girls in The House, SÓ QUE GRITANDO. Olha que desgraça. Eu assistia o negócio pra ficar em paz e só ficava mais estressada.

Mas, enquanto ainda não emplacamos o próximo mozão cultural, vou fazer uma listinha aqui das coisas que vou tentar acompanhar pra ver o que acontece (e pra eu não me perder também):

  • Série:
  • Anime:
  • Podcast:
  • Livro:

Listas fazem eu me sentir mais produtiva. Com vocês é assim também?

Bom, agora vamos curtir um pouco. Mas sem dormir tarde, hein. Amanhã já é segunda de novo, gente, bora pra labuta.

gordices

Eu tava no Instagram procrastinando entrega de projeto e eis que:

pão com chocolate no grill

Sério, pare tudo o que você estiver fazendo agora e CORRE PRA SANDUICHEIRA! Fica igualzinho a crepe suíço e servido quentinho é a melhor coisa nesse frio do demo.

minha eu do passado

MAS QUE FRIO DO CAPETA É ESSE

minions com frio
se alguém quiser compartilhar calor humano ou me emprestar um cachecol, é nóis

Olha, eu sou bastante calorenta. Com 15ºC eu ando de regata na rua, sempre tiro as blusas (de impaciência mesmo, alguma coisa com manga comprida/gola alta me deixa agoniada) e sempre sou a única pessoa que tá de boa no escritório enquanto todo mundo tem um cobertorzinho pendurado na cadeira.

MAS DESSA VEZ NÃO TÁ DANDO.

O engraçado é: eu já passei muito mais frio que isso. Quando eu fui pra Gramado e tava 0 graus. Quando eu fui pro Japão e tava -2.

Ou quando eu fui pra Nova York e estava MENOS DEZOITO (só o frio recorde da história dos EUA). E ainda choveu no último dia pra deixar as coisas mais legais.

Acho que é o fator viagem, porque não é possível.

Dito isso… achei um Tumblr meu de 4 anos atrás. Eu o abri pra escrever sobre o meu está gio bosta da época e falar sobre todos os perrengues e coisas engraçadas que aconteciam. Lembro que não divulguei pra ninguém porque não sabia se queria que as pessoas vissem ou não – eu tava só começando a carreira, e apesar de muitas reclamações ali serem válidas (tem um post revoltadíssimo sobre mulheres porcas que não dão descarga HAHAHAHAHA), se alguém importante visse eu me f*deria muito e não valia a pena arriscar meu emprego só pra lacrar.

Mas olha, independente disso, é legal ver como algumas coisas nunca mudam. Eu continuo desbocada, corajosa, e fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Claro, eu evoluí bastante de lá pra cá – hoje seguro um pouco mais a barra e priorizo mais o crescimento na carreira que a empresa pode proporcionar do que se tem ou não dress code – mas eu ainda tenho umas crises de insegurança uma hora ou outra e ver que eu superei tudo isso na época me faz lembrar que eu consigo resolver o perrengue que seja que eu tiver que resolver agora.

Obrigada, Lari de 2015 ❤

começando tudo de novo

giphy

Que bruxaria é essa que metade de 2019 passou e já estamos em Julho?

Os anos passam, mas a conversa nunca muda, né? O tempo sempre passa mais rápido do que podemos prever, então carpem diem, aquela coisa toda de sempre.

Tá, mas e agora?

Eu nunca tive um objetivo muito definido quando abri o blog – e seja isso causa ou efeito, minha consistência pra postar é 0 desde o começo, o que não mudou muito até hoje. A vida também requer da gente foco em outras coisas (faculdade, trabalho, família e amigos e tal), e acho que é fácil deixar algo de lado, especialmente quando você não sabe dizer o que exatamente ganha com aquilo, sabe?

Mas, cá estou eu, mais uma vez, disposta a tentar de novo.

Criar conteúdo é difícil pra caramba (eu já trabalhei com isso um tempo, foi punk hahaha), mas 3 anos de terapia tem me ensinado como lidar melhor com meu perfeccionismo, e até o momento ninguém lê isso aqui mesmo, então, posso ser um pouco mais aberta do que gostaria.

Lá vamos nós então.

Ciao e beijos.

 

fiz a prk. esse foi o pós-operatório.

Dia 1: voltei pra casa com meus pais, sentindo os olhos pesados. Não doía, mas eu sentia o efeito da anestesia e meu rosto tava todo bem sensível. Assim que cheguei, peguei uma máscara para dormir e fiquei deitada durante algumas horas.

Dia 2: hoje eu tenho retorno. Tive que acordar bem cedo. Já acordei desesperada porque meus olhos estavam SUPER inchados e eu estava lacrimejando muito. Estava com medo da lente ter saído do lugar (e às vezes eu sinto ela “sambando” no olho, minha visão fica toda embaçada) – nessas horas eu pisco loucamente até tudo voltar ao normal. Foi outro médico que avaliou e ele disse que tá tudo bem. Pode lavar o olho fechado, só com água por enquanto, pra tirar as sujeirinhas que ficam nos cílios.

Dia 3: INFERNOOO. Lente incomoda bastante no olho direito. Eu tô com o rosto todo oleoso porque há 3 dias não lavo ele direito (como não posso molhar os olhos de jeito nenhum, não consigo fazer minha rotina de limpeza de pele). Eu praticamente não olho o celular ou o computador, e dá pra ver que a vista ainda está bem embaçada. Continuo nos colírios. Para me distrair, durmo ou ouço podcasts. Obrigada Wanda por me salvar do tédio.

 

fiz a prk. essa foi a cirurgia.

Alô, pessoas bonitas!

Como estão todos?

Bem, eu sei que dei aquela sumida básica, mas muita coisa aconteceu nesse último mês. Resumindo, curti minhas férias até dia 30, voltei pro trabalho (resmungando, ok, mas voltei!) dia , recebi uma nova proposta de trabalho no dia 10, pedi demissão dia 11 e me preparei no feriado e fim de semana para a cirurgia refrativa dia 15.

Eu explico melhor sobre a demissão e todas as mudanças num próximo post, mas por agora, vou me concentrar na cirurgia, tá bom?

Bem, naquelas consultas no oftalmo que fiz há alguns meses atrás, o médico me disse que meu grau estava estável e perguntou se eu tinha interesse na cirurgia. Eu disse que sim, mas sendo bem sincera, não pensei muito na hora HAHAHA.

Depois de uma longa bateria de exames pra determinar se eu estava apta pra cirurgia – topografia, mapeamento de retina, pentacam etc. – meu médico recomendou a PRK. É uma técnica um pouco mais invasiva e que exige um tempo maior de recuperação, mas é mais segura no meu caso, que tenho a córnea um pouco mais fina que o normal.

Bem, marcado pro dia 15. O pré-operatório foi bem simples – 2 colírios pra pingar com intervalos de 8 horas, não encher a cara, não fazer nenhuma loucura.

O meu procedimento foi realizado no CEMA, hospital especialista em oftalmologia que tem uma sede grandona lá na Mooca. Cheguei bem cedo (minha cirurgia era de manhã). Minha mãe me deu um remedinho pra dor pra tomar antes da cirurgia. Demos entrada. Fomos guiadas por um labirinto de corredores até uma salinha de espera. Iam me chamar pelo nome.

Acabou que a cirurgia atrasou mais do que esperávamos, e eu já estava uma pilha de nervos, quase subindo pelas paredes, mandando mensagens de socorro pra minha melhor amiga, enfim, o caos. Uma moça me chamou. Fui levada pra uma sala, que dava em várias outras salinhas, e todas estavam cheias de gente. Essa moça me fez umas perguntas, pingou colírio anestésico, e me embrulhou numas roupas de hospital com aquele “tecido” fake que embrulha mesa de festa, sabe? Hahahaha desculpa, não sei explicar, mas foi isso.

Aí foi esperar mais.

Me deixaram sozinha, sentada numa poltrona, quietinha. E toda hora passando gente pela porta do lado. Ah, aí é a sala de cirurgia. Eu comecei a me alongar pra passar o tempo, mas eu ainda estava super nervosa. Comecei a imaginar meu namorado rindo da minha cara pra me acalmar. Funcionou… mais ou menos.

Enfim, me deixaram esperando tanto tempo que eu acalmei.

time off

E aí, como vocês estão?

Eu estou feliz pra caramba porque estou de F-É-É-É-É-R-IA-S-S-S! ❤

Mas sério, há algumas semanas eu estava um caco. Cansada física e mentalmente, sabe como? Por isso, fica a minha dica: burnout é um rolê muito sério. Não é glamouroso trabalhar demais. Se gabar do quanto você vive estressado ou vem trabalhar doente não te faz um ser humano (e nem mesmo um funcionário) melhor.

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entre Star Wars e Star Trek eu queria mesmo era Star Longe Daqui ALGUÉM ME SALVA PLMDDS

Então, bebam bastante água, façam muito exercício e tenham uma vida fora do trabalho e atividades que te ajudem a recarregar as energias. Saiam com os amigos e passem bastante tempo com o @. Façam terapia, se possível. Sua sanidade mental não vale um contracheque, por mais alto que ele seja. Combinado?

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eu sou uma planta carnívora então pq Jesus a fome que eu tenho não tá fácil

Bem, passada toda essa treta, meus dias agora tem sido dedicados a fazer várias aulas de pole dance (nesse ponto, minha saudade é diretamente proporcional à minha falta de condicionamento), assistir tudo o que vejo pela frente na Netflix, arrumar meu quarto e a minha vida e fazer listinhas de compras.

Ah, usei o Madagascar. A primeira coisa que devo dizer é: passem com o lábio limpo e hidratadinho – eu resolvi usar bem no dia em que arranquei várias pelinhas da boca e ela enrugou toda, acumulando produto nuns vincos bizonhos. De longe tava lindo, mas era só chegar mais pertinho pra ver a desgraça, HAHAHA!

E realmente, ele parece um plastiquinho na boca. Não chega a formar um filme, mas se você esfregar o lábio um no outro é essa a sensação que você vai ter.

Ah, não sai se beijar, mas sai se comer coisa oleosa, então pode cair de boca no mozão mas segura a emoção com o frango frito, tá?

Agora já quero as outras cores! Eu comprei a Noronha junto, mas também fiquei curiosa com a Ipanema e a Bali pra usar por cima de outros batons. Edit: nem preciso dizer que fui iludida e todos os produtos já estão esgotados né?

Fora isso, alguém aí assistiu Príncipe Dragão?

Saiu na Netflix dia 14 agora, e dá pra matar a primeira temporada inteira em um único domingo preguiçoso. Eu tava ansiosa REAL pra ver porque sou apaixonada por Avatar (o show da Nickelodeon, não os ets azuis tá? hehe), e o roteirista E o produtor são os mesmos, então a expectativa tava bem alta!

Bom… algumas coisas são bem semelhantes, haha. Dei risada ao ver o prólogo (toda aquela história de forças da natureza, LIVRO 1 e tal), pulei de alegria ao ouvir o Callum falar e reconhecer a voz de alguém muito querido, e fiquei emocionadíssima ao chegar no final – e agoniada porque agora vai demorar quarenta anos até a próxima temporada, e pelo que a trama já deu a dica… SERÃO SEIS.

Pelo amor do Cristo, já não basta Game of Thrones pra me fazer sofrer?

Não é à toa que tem dragões também.