sobre a vida #7: reta final, conquistas, carnivale

E foi dada a largada para o meu último ano!

Já faz 3 anos desde que fiquei sabendo que fui aprovada no vestibular e saí correndo no segundo dia do ano para fazer a matrícula na faculdade. Ainda não tinha certeza de que aquele era o curso certo, mas só de saber que eu tinha passado em algum lugar (um bom, certo? hehe) e que não teria que começar o ano no cursinho, eu já me senti super aliviada.

Dei sorte! Descobri que sou apaixonada pela minha área e que ela é tão ampla que eu sinto como se pudesse fazer o que eu quiser 🙂

Eu deveria estar num momento depressivo e de negação pelo fim oficial da minha vida de estudante “forçada”, mas só consigo pensar no quanto quero que esse martírio acabe logo. Ando com uma preguiça imensa daquele lugar, e só de ver a mensalidade e a putaria com problemas desnecessários aumentarem a cada ano (fora o TCC!) a vontade de ir embora logo só cresce.

Fora que não estou psicologicamente preparada para a volta às aulas amanhã, falo mesmo!

eu neste exato momento

A parte boa é que voltarei a ver as amigas lindas que me acompanham nessa batalha diária numa frequência beeem maior 😀

Planos, planos, planos

Sabe, eu nunca fui dessas de fazer metas de ano novo. Prometia um monte de coisas, mas não ia atrás e não conseguia cumprir porque… bem… eu esquecia delas já no primeiro mês HAHAHA então quando chegava o final do ano eu ficava “nossa, o que eu tinha pedido mesmo?”. Como eu nem sabia, nem tinha como ter cumprido, né?

Mas esse ano eu comecei com gás total, me metendo de louca a cumprir uma porrada de desafios – e vem mais por aí *gulp*. Eu prometi pra mim que a única meta que eu teria para 2015 (e a que eu mentalizei na virada da meia-noite) foi que eu iria atrás dos meus objetivos e não ficaria esperando todo 1º de Janeiro para parar pra pensar no que eu queria de verdade.

Essa ideia aqui influenciou bastante nessa decisão 🙂 Inclusive, preciso fazer minha jarrinha!

E eu achei que ia desanimar, mas já realizei duas coisas que eu queria muito. E fiquei ainda mais faminta por mais RAWR

mim segurem que eu vou com tudo

Carnaval chegando na sua fuça aí geeeente

Mas já foi mais animado, hein?

E não falo nem por mim, é pelos outros mesmo! Nunca fui muito fã, sempre detestei e tinha que me conformar em aturar a felicidade imensa das pessoas nas festanças que eu achava um saco. Mas esse ano parece que todo mundo anda meio broxado e sem dinheiro pra fazer as coisas.

Digo, cadê hit tenebroso 2015? Cadê pessoas fazendo planos loucamente com 3 semanas de antecedência? Cadê todo mundo molenga e dizendo que o ano só começa de verdade depois do Carnaval?

Parece que resolveram que é melhor mesmo ir ver o filme do Pelé dormir do que pular no bloco… sei lá.

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sobre a vida #6: então é natal, coisas novas, encruzilhada

merry christmas, yo-ho-ho.

Esse Natal está sendo bem diferente dos 19 anteriores da minha vida. Num sentido não tão bom, já que é o mais deprimente hahaha Acho que é porque é o primeiro que eu tenho que trabalhar ever, e mesmo que tenha sido só por meio período, ainda assim requer acordar, me arrastar até o escritório, e ficar lá com a bunda sentada em uma cadeira… sendo a única pessoa em um raio de quilômetros a fazer isso.

Enquanto isso, casais de amigos e amigos que ainda seguem carreira solo no mercado do amor postam fotos da praia, da ceia, do Caribe, etc.*suspiro*

Vantagem é que eu posso, sei lá, dar estrelinhas no escritório e correr pelada.

Não que eu tenha feito isso, mas é uma coisa que eu poderia fazer.

mudanças na vida

Ah, mas não é só isso. Engraçado como 2014 passou tão devagar e agora, ele passa tão rápido.

Mas, de qualquer jeito, ele está acabando! E percebi que preciso deixar algumas coisas irem embora junto com ele. Claro, tirando a parte emocional de mágoas e etc., coisas materiais também. Reorganizei meu guarda-roupa e despachei algumas coisas de lá. Me desfiz de uma lata inteira de glosses que eu não uso há uns 5 anos e devo ter há uns 8. Dá dó pelo fato da imensa maioria deles ainda estar praticamente intacto – e perfeitamente usável! – mas eu não tenho mais espaço para eles aqui, e, se eu não os usei em 5 anos, não serão nos próximos 5 que eu vou.

E eu me pergunto: por que raios eu comprei tantos se, no fundo, eu nunca gostei do look “comi frango assado e não usei guardanapo”? Por que diabos eu não me livrei deles logo?

Por que é que eu deixei praticamente a minha vida inteira ser tomada por esse apego imbecil? Eu sempre fui dessas que acumula milhões de coisas e tem um receio irracional de passá-las para a frente. Do tipo, sabe, “ah, não estou usando, mas com certeza ninguém vai cuidar melhor do que eu”.

Bem… não mais.

Pra mim, chega.

ok, beleza!… e aí, o que eu faço?

Mas é óbvio que sempre depois que você resolve fazer esses statements na vida, fica sem graça depois. como nessa cena aqui:

eu sendo linguini na vida real

Acontece que eu sempre fui do tipo que se decide, e vai meio que voltando atrás hahaha Sabe quando você briga com seu melhor amigo e fica “NÃO VOU FALAR COM VOCÊ”, e meia hora depois já tá “não, eu não vou falar. Me recuso. NÃO.” pra logo depois ficar “Hmmmm…. ah, vou falar vai”.

Então, eu sou basicamente assim com a minha vida inteira.

Por exemplo, alguém me faz algo de ruim, e eu boto na cabeça que vou parar de ser trouxa e virar a vadia sem coração que eu sempre sonhei ser. Mas aí eu me arrependo depois quando vejo que o resto do mundo é legal (ou não tão chato).

Mas não se engane, eu ainda almejo ser a vadia sem coração. Elas são tão fodas. Aaaaai…

sobre a vida #5: double decade, dirigindo, depressão

Parabéns para mim!

Nessa sexta-feira (28), completei duas décadas de vida.

Eu lembro de quando tinha 10, e ficava imaginando o quão maravilhoso seria chegar nessa idade e ser feliz e independente… Ok, mentira, eu nem me imaginava com 20 anos – minha maior preocupação da vida na época era acordar no horário exato pra ligar a TV Globinho bem  quando os desenhos legais começassem. Bons tempos…

Mas, de qualquer forma, inocente sabe de nada mesmo, não?

Eu achando que estaria dirigindo, fazendo faculdade e morando sozinha com 18 anos.

Turns out, tô com 20, me graduando na base de lágrimas de sangue, sob o teto dos meus pais por um período ainda indefinido, e sem a maldita carta de motorista.

Mas isso é só por um tempo, afinal…

Comecei minhas aulas práticas de direção! AEAEAE

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sobre a vida #4: mudanças, roupas novas, eleições

comecemos com os novos começos…

e foi dada a largada para o último bimestre do meu 3º ano!

Aliás… eu sei que dizem que, durante a faculdade, a gente só reclama do quanto quer se formar e dar no pé logo, mas que depois da formatura bate aquela deprê e todo mundo – TODO MUNDO – se encolhe em posição fetal pra chorar escondido num cantinho escuro, e que eu deveria aproveitar minha vida universitária e lá lá lá…

Mas, sério, 2014 não acaba nunca. Faz só 4 dias que os 380 dias de Setembro terminaram. E eu juro que tô preocupada: já estou mortíssima a essa altura do campeonato… e ainda tenho que encarar o TCC ano que vem.

É melhor esse diploma me deixar muito rhyca valer a pena depois, ein, dona facul!

aliás, falando em dinheiro…

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sobre a vida #2: gripada, tresloucada, e transtornada.

Gribe, bossa.

Que goisa bêo.

Pois é, faz uns 10 dias que o vírus resolveu fazer uma visitinha. Disse que estava com saudades, mas olha só que falta de consideração – nem me avisou que ia chegar, e, quando vi, tava em casa comigo, esticando as perninhas no sofá, roubando doces da geladeira. E eu tive que barganhar com o bicho, afinal, tinha baladzênha pro finde inteiro. E pro próximo.

Bom, sobrevivi. Fui nas festas e provavelmente o bichinho ficou feliz em poder alojar outros felizardos.

E assim, nem reclamo da garganta (nem dói tanto, só de manhã logo depois de acordar – e convenhamos que nessa hora dói até a alma), é mais a sensação engraçada de ter um nabo enfiado no seu nariz. E der que figar falando assim beio embolado.

Aliás, ouçam as suas mães, viu?

Tomei dois disquinhos de Fluviral pra sarar da gripe, de manhã, ignorando solenemente os avisos da querida mama de que eles davam um sono do capeta.

Resultado: eu capotando no ônibus antes de ir pro trampo, dormindo de comprido em dois lugares, e quase indo parar lá na ZL. e depois, pescando na cara do gerente numa reunião importantíssima.

Aliás, falando em baladas…

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sobre a vida #1: dever, pré-casamento, esfihas.

O começo

Primeiro post. Uaaaau! Inícios de coisas novas e legais devem sempre ser comemorados, então, para essa super ocasião, eu preparei… é… hã, nada. HAH.

Gente, cês ignorem minha falta de jeito com as coisas, viu? Sou envergonhada e super tímida, e a metade de mim que não é socially awkward (juro, aquele pinguim nasceu pra mim) é assim meio grumpy cat. Adoro memes, por sinal. Acho que deu pra perceber, hehe.

Bom, eu não fucei os primeiros posts de outros blogs que eu conheço para pelo menos ter um guia de como fazer o seu primeiro post, e tal. Mas para dar um guia sobre as próximas coisas que virão, isso aqui é sobre mim, sobre as coisas que eu gosto. Vou fazer umas resenhas de livros, séries, cosméticos, lugares – enfim, as coisas que uso e que fazem parte da minha vida. A verdade é que eu não queria me definir muito. Só queria um espacinho meu, mesmo.

Embarcam nessa super aventura comigo?

Faculdade, volta às aulas, etc.

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