muito poliglota ela

Alô, gente fina!

Como vocês estão? Aproveitando o feriado pra deixar o Netflix em dia, ou foi todo mundo viajar?

Bem, eu tive um começo antecipado porque quinta marquei alguns exames de retina. Como precisava dilatar a pupila e meu olho demora horas pra se recuperar dos efeitos do colírio, o médico me deu o atestado do dia e fui pra casa descansar.

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eu depois do exame

Cheguei em casa, e pra minha felicidade, o porteiro me entregou a minha aguardada caixinha da Tblogs. Comprei alguns batons do Sereísmo semana passada, e recebi de brinde uma necessaire (e era bem a que eu queria! <3).

O status do pedido não tinha atualizado no site da marca, então foi uma grata surpresa porque achei que demoraria bem mais. Ainda não usei nenhum, mas estou ansiosa pra usar o Madagascar e o Melusina, que eram os que eu mais queria 🙂

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“Tal Pai, Tal Filha” – me disseram que o filme era ruim… é ruim mesmo

Lembram daquele meu plano de estudar espanhol?

Pois então, já fiz os testes com a Abraço Cultural e estou vendo os horários com a professora. Além disso, minhas noites agora são dedicadas a assistir comédias românticas ruins na Netflix com a legenda em espanhol.

Olha, tô bem feliz! Meu vocabulário está muito melhor do que eu esperava e tô conseguindo entender 99% do que tá ali.

Fora isso, finalmente comprei o meu kit de pincéis!

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meus novos babies

Eu ia pegar aquele kit da Sinoart que comentei, mas aproveitei um dia que voltei mais cedo do trabalho pra passar na papelaria que tem aqui perto de casa e achei esse kit da Faber Castell por R$19,90.

Achei um investimento melhor já que os pincéis são bem basicões, e não é como se eu fosse fazer grandes estripulias agora, sabe? Fora que eles são todos fofos e coloridinhos e tem essa borracinha pra te ajudar a segurar o pincel. Achei uma graça!

Bem, depois eu volto pra contar dos batons e do que achei dos pincéis. Esse final de semana eu me releguei ao meu colchão e não sairei dele nem por decreto – exceto para ir e voltar da cozinha, ou do banheiro, ou da padaria pra comprar pipoca.

Nada de ser produtiva. O negócio aqui é ser podre e dormir o dia inteiro.

Segunda-feira voltamos ao funcionamento normal.

Até!

estresse nosso de cada dia

Eu odeio atendimento por Whatsapp.

Sério. Me incomoda demais. Estou ali de boa, vivendo minha vida, falando mal dos outros, pedindo pra minha mãe comprar biscoito no mercado e de repente OPA!, “favor confirmar consulta com a endocrinologista dia 07/04 horario 16:35 se não puder por gentileza remarcar”.

Aparece nas notificações. Fica pulando na sua cara. Vai pro topo da sua lista de conversas, aquele número desconhecido, código do Brasil, código do estado, que você não conhece e muito menos deu autorização pra pessoa te contatar.

Me dá urticária. Desgosto. Detesto.

Pelo menos das secretárias eu tenho menos raiva, porque ao menos elas tem a noção de poucos que é: explicar logo na primeira mensagem quem é você, de onde veio e o que raios precisa.

Diferente dos dois seres humanos que não apenas tiveram a audácia de me mandar mensagem 10 horas da noite, mas o fizeram me chamando de QUERIDA.

Uma era revendedora May Kay e outro era um rapaz aleatório de um grupo em que uma amiga me enfiou e do qual esqueci de sair.

Ninguém merece, né?

planejar é preciso.

Às vezes, parar também.

Eu comecei a digitar esse post ontem à noite no busão, cansada, com sono e um strogonoff pesadão sendo digerido, então imaginem o meu estado HAHAHA decidi pelo bem da decência refazer o post e poupar todo mundo de alguns erros bizonhos de digitação e umas autocorreções duvidosas (celular, né galere).

Bom, agora que voltei com o blog descobri que sou péssima para planejar conteúdo (espero que isso seja aprendível, senão vai ficar uma zona isso aqui), mas quero escrever mesmo assim então virão freestyles benlokos nesse começo – tenham paciência comigo, eu prometo que vou tentar deixar esse espaço legal.

Mas enfim, vamos ao motivo do post: CRISES. Quem nunca teve, não é mesmo? Eu mesma passo por algumas de tempos em tempos, e acho que isso se deve mais ao fato de eu mudar muito rápido do que de ter algo realmente errado.

Pois bem, quando me dá uma dessas, eu preciso dar um tempo e reorganizar as minhas metas. Então, eis minha

SUPER LISTA DE COISAS QUE VÃO MUDAR A MINHA VIDA:

  1. Estudar espanhol: nada más de mi casa su casa Shakira Beyoncé, mi amor! Seré una chica poliglota e muy fueda, e pra me ajudar nessa missão eu já tô vendo aulas particulares com a Abraço Cultural e mudando as legendas padrão da Netflix para espanhol. Tem algumas séries maravilhosas em espanhol também (pode entrar, Chicas del Cable <3)
  2. Pintar aquarela: eu fiz uma aula de bobeira com uma colega de trabalho há uns meses atrás, e desde então fiquei com vontade de comprar minhas tintas e experimentar! Comprei tinta, comprei papel, só faltam os pincéis HAHAHA. Eu tô de olho num kit da Sinoart (esse aqui), mas esse mês eu resolvi dar a louca e mudar o cabelo radicalmente (ombré rosa!), ou seja, tive impedimento$ e agora estou no aguardo da fatura do cartão fechar pra finalmente fechar meu kit e começar a pintar.
  3. Fazer exames médicos: faz quase 2 anos que eu não faço nem um exame de sangue (oi mãe), e ultimamente minha saúde ficou um caco e eu precisei dar uma parada. Já passei em uns 40 médicos, peguei uns 30 pedidos de exame, mas quem disse que eu marquei algum? Meu objetivo é chegar até metade de Setembro com todos eles feitos, e ainda marcar alguns médicos que me faltam (oftalmo e ortopedista, por exemplo).
  4. Ler mais livros: na época da faculdade, eu lia bastante no ônibus – afinal, lá se iam horas no transporte público entre a tríade sagrada estágio-facul-casa – mas depois que formei dei a sorte de conseguir um emprego que ficava a meia hora de casa, e como eu pegava ele em horário de pico e ia semi-espremida entre as pessoas, acabei perdendo o hábito. Preciso retomar logo, até porque sinto que estou bem mais impaciente para ler textos grandes.
  5. Voltar pro pole dance: mesma coisa – eu ia direitinho na época da faculdade, e no outro emprego, que ficava mais perto do Studio e não tinha um horário rigoroso nem uma carga de trabalho tão intensa. Agora que eu resolvi tirar o pé do acelerador pra poupar minha sanidade mental, sinto falta de dar uns giros e ser piranha por algumas horinhas do dia.

(vou terminar no 5 porque gosto desse número, é cabalístico e talsss)

Mas, tem 1 item extra, que é postar com regularidade. Eu gosto de escrever e é algo que eu quero usar profissionalmente algum dia (eventualmente… num futuro… próximo… entenderam, né?), e prática é perfeição, então se for pra vir aqui e compartilhar algumas coisas do meu dia ou algo legal que eu tenha visto ou experimentado, bora falar a respeito.

Bom, é isso. Deseje-me sorte na jornada. Eu vou contando ao longo dos próximos dias, e espero que isso me dê uma motivação extra pra fazer as coisas.

Eu já marquei o oftalmo pra semana que vem, então acho que tá funcionando! YES!

É isso, beijo, fui!

então tá bom.

É domingo, finzinho de dia, já vai batendo aquela leve deprê de nova semana começando (eu inclusive tô aqui revendo os horários dos meus alarmes pra não chorar tanto amanhã). Tá tudo igual, né?

Bom, faz tempo que eu não posto nada aqui. Foi batendo a preguiça, e no meio de terminar a faculdade, encerrar o meu último estágio, pegar o diploma e o atestado de adulta e sair por aí caçando um emprego, normal a gente acabar se perdendo. Eu, pelo menos, que já sou perdida por natureza, e preciso fazer absolutamente tudo com perfeição (eu sei, já estou tratando isso com a terapia, que inclusive eu comecei no mesmo ano que pus o blog no ar), ficava louca e atordoada com tudo e aí f*deu.

Então, no meio de várias crises, eu acordo de madrugada e decido que vou mudar a minha vida! Não me pergunte como porque eu também não sei. Mas assim, hoje eu:

  • arrumei meu quarto
  • pus as roupas pra lavar
  • fiz minha unha

Não é aquela conquista de uma década, mas pra quem tava com ânimo de no máximo trocar a posição na cama (pra dormir. Sozinha. Antes que alguém pergunte), já tá bom, né?

Nem eu sei o que vai surgir nos próximos dias, mas eu vou atualizando aqui, tá? Tentar, pelo menos.

Boas vindas de volta pra mim! Espero que eu poste coisas com mais nexo do que em 2014.

sobre a vida #12: emprego novo e a vida dá voltas

Olá!

Como estão vocês? A vida anda meio louca pra todo mundo ultimamente, e eu não fui exceção à regra. Sumi daqui de novo, mas qual a novidade não é meixmo mas acabei voltando, e acho que talvez consiga voltar de vez. Veremos.

Porque, poxa, lá vai a pessoa trouxa inocente achar que blogar é fácil, mesmo que seja por diversão. Mas não. É difícil bolar conteúdo, é tenso superar aquela preguicinha de fim de semana, é foda escolher contar como foi o dia pra internet e não se deixar seduzir pela cama quentinha que tá bem do lado, ainda mais agora que o outono chegou em SP – louco de pedra também – trazendo um calor de Judas de dia e o frio do Alasca de noite, e todo mundo tem que aderir ao look cebola para sobreviver.

 

 

pronta para divar na virada de estação

Pois bem, o que aconteceu no último mês foi: arranjei um emprego!

TODAS CHORA DE EMOSSAUM!11!1!!!1

MENTIRA, SÓ EU, ACHO

Depois da virada do ano, que foi quando oficialmente terminei a faculdade e o contrato de estágio (que não deu em nada), comecei a caçar freneticamente, e fui chamada para algumas dinâmicas/entrevistas, mas batia na trave. Um lugar o cara (que eu creio ser o dono) até deu sinais de que queria muito me contratar, mas se liga na cilada: o hómi queria alguém que trabalhasse num cargo de assistente (guarde isso), mas que tivesse competências de um gerente, tomasse as decisões de um diretor, e ganhasse o salário de um menor aprendiz. Trabalhando de segunda a sábado. Valor seco.

O Pedro já disse pro Bino que era cilada, e tratei de vazar dali rapidinho. Fora que, pra chegar ali, peguei uma linha de trem que nunca usei na vida, e apesar dela ser tranquila, fiquei imaginando como seriam as condições de segurança de manhãzinha e à noite, porque os trens demoravam muito pra passar, tinha pouca gente e nenhum guarda. Toda mulher tem essa neura, e eu, mais paranoica do que metade da nação e com zero competência pra me defender sozinha de um ataque físico, elevei à enésima potência.

eu sempre que vou a um lugar estranho

Mas, depois de um tempo, arranjei uma segunda casinha nova meio que despretensiosamente – entenda-se: só na hora que eu achei a vaga na internet, porque nas outras etapas eu queria vomitar de nervoso – e completei 1 mês lá essa semana. Lugar maravilhoso. Tem breja toda sexta, reunião de equipes quase toda terça e gente linda todo dia ❤ ORGULHO DEFINE!

Engraçado que foi só quando entrei no meu emprego novo que me dei conta do quão grilada (HAHAHA odeio essa gíria, mas não consigo pensar em outra palavra agora) eu estava no lugar antigo. Do quão negativo ele era, do quanto eu ficava mal lá. Ainda faço um post com mais detalhes, mas depois que saí, a cada dia é um agradecimento diferente a Deus porque os podres que cê descobre de lá são dignos de novela (tipo moça do RH contratando marido, caixa 2 pra pagar churrasco de fim de ano, negada cagando tudo e botando culpa no aprendiz, gente sendo demitida na base da punhalada nas costas etc).

É foda. Mas está no passado agora.

E ainda tive a notícia de que o meu ex vai ser demitido. Não desejo nada de ruim pra ele (embora ele tenha sido um perfeito idiota comigo), mas o karma pega pra todo mundo e agora, não posso deixar de pensar que é pelo menos “bem feito” pro ser humano que ele é.

Isso também só provou pra mim que a gente sempre deve focar no nosso, fazer o bem, ser a melhor pessoa que pudermos ser. E correr atrás. Porque o amigo se gabava todo dia que todos os chefes amavam ele e que era o fodão das galáxias, mas adivinha só quem foi escolhido pra forca na hora do aperto?

De resto, tudo indo.

A gente vê.

ó as ideia #1: “bela, recatada e do lar”

Estreando categoria novaaa! Só um espacinho para reflexões aleatórias, pensamentos insanos e problematização. Na verdade, sou só eu vomitando freneticamente as coisa lhoca que se passam na cabecinha maravilhosa dessa pessoa que vos fala.

Pois bem. Acho que, como muitas meninas, me descobri feminista nos últimos 2 ou 3 anos, quando as discussões de gênero começaram a pipocar com mais força – a campanha maravilhosa da Jules, do Think Olga; iniciativas lindas como a Vamos Juntas? e o Az Mina na História e vários coletivos surgindo com páginas e portais com conteúdos incríveis, como o Empodere Duas Mulheres, Não Me Kahlo, Capitolina. Ou mesmo iniciativas pequenas, como coletivos universitários.

Termos não familiares, como empoderamento, sororidade e cultura do estupro de repente faziam parte da minha vida. Foi estranho – e libertador – ver que, de repente, não era só eu que me sentia fragilizada com alguma cantada escrota na rua, ou impotente diante de algum homem, ou culpada por gostar de roupas mais curtas (eu tenho 1,52 de altura. Sabem o porre que é ficar fazendo barra?). Foi mais libertador ainda perceber que eu não deveria me sentir culpada ou responsável por nenhuma dessas coisas.

E eu fico feliz de saber que tem muita gente engajada na causa, mas fico triste e indignada também quando vejo esse tipo de coisa aqui. Ou isso aqui, que é o tema de hoje. E gente aplaudindo, ovacionando de pé, dizendo que é isso aí.

Não vou nem entrar no mérito político da coisa, porque acho que não cabe aqui nesse momento e nem tenho autoridade para abordar o assunto. Mas acho que temos dois problemas graves aqui: o machismo e o jornalismo tendencioso (pra não dizer estúpido mesmo).

Já fico preocupada no subtítulo – “quase primeira dama”. Não sei vocês, pra mim isso parece um pouco cantar vitória antes do fim do jogo. Mas tudo bem. Em seguida, um textão enorme e bacana rasgando altas sedas à Marcela Temer, uma moça bonita, que gosta de vestidos comportados, que se casou com um figurão bem mais velho, e hoje gosta de ficar em casa com o Michelzinho. A nossa “Grace Kelly brasileira”. Como é sortudo o Michel, gente! Casou com a mulher perfeita! Que bom que ele vai virar presidente, né, agora sim poderemos nos orgulhar por esse exemplo de mulher estar ao lado da pessoa mais poderosa da nação. HOOHA!

Ok. A moça é realmente muito bonita, e se ficar em casa com o filho é o que a deixa feliz, que assim seja. Lugar de mulher é onde ela quiser. Mas perceba, se em uma semana a Veja publica que Dilma tem “explosões nervosas” (obviamente com um viés negativo) e na outra exalta o perfil de uma mulher “recatada e do lar”, não é muito difícil entender o que estão querendo dizer. Mulher boa é aquela que se relega a ficar atrás de um marido, passiva e cuidando da casa. Que não tem voz. Que sabe o lugar dela.

A crítica não é à Marcela, é a esse discurso hipócrita e nojento que em mais de meio século, não conseguimos apagar. Óbvio que a internet não perdoa, e logo, várias manas começaram a publicar fotos de todas nós belas, recatadas e do lar. Gente no pole dance. Fazendo ensaio sensual. Se jogando na farra. Bebendo tequila. Trabalhando na obra. Fazendo sucesso por aí.

Deu ainda mais orgulho ver quantas meninas incríveis que eu conheço aderiram ❤ ainda assim, fico angustiada. Até quando isso, gente?

Até quando?

seriando #1: medical detectives

Eu amo séries policiais – e é engraçado porque comecei a gostar delas super sem querer. Assistia Linha Direta (quem lembra? hauahauah), e apesar de achar tudo horrível e me cagar de medo achando que o criminoso da vez ia bater na minha janela, tinha alguma coisa ali das investigações que eu achava legal. Não dormia de noite, mas tudo bem, já passou, passou.

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sério, quem ficava de boa com essa merda

Mas então, LD acabou, eu cresci, e lá pelos meus 14 anos lembro que fiquei viciadona em assistir TV. Tinha toda uma programação montada pra tarde toda, passando pela Nick, CN, Boomerang… inclusive, ficava tresloucada se alguma coisa mudasse, porque aí tinha que adaptar a grade toda. Um problema intenso, eu sei. E calhou de eu descobrir a Universal – na época, não gostava muito de séries (e eu tinha tentado baixar uma e depois descobri que era um pornô disfarçado. IMAGINEM O TRAUMA), mas vi um episódio bem despretensioso de Law & Order:SVU e adorei. Incorporei na rotina. Beleza.

Só que ficava um espaço de uma hora entre o meu último desenho (Danny Phantom ❤), que passava às 18, e L&O, que só ia ao ar às 20. Eis que comecei a assistir o troço que passava antes (e o assunto real desse post)… Medical Detectives, também conhecida como Forensic Files.

O negócio é bem simples: são episódios curtinhos de 20 minutos, e em cada um deles é explicado como algum crime (geralmente assassinato) foi solucionado. Todos os casos citados são reais, e conta com a participação de algumas pessoas envolvidas (os detetives, promotores, cientistas forenses, parentes e amigos das vítimas e até mesmo o próprio acusado). Rola uma vibe meio Linha Direta, tem um cara chamado Peter Thomas narrando e a voz dele dá um mega efeito de suspense. Ah, e tem aquelas encenações também (sabe, quando reconstituem o crime).

Assim, é uma série beeem técnica, focada em mostrar mesmo como foram as etapas da investigação, quais foram as técnicas forenses usadas, qual a linha de raciocínio etc, então não tem aquele negócio de Ó MEU DEEEEUS QUEM SERÁ O CULPADO. Na maioria das vezes, inclusive, já te contam quem é e daí só te mostram como provaram que foi a pessoa mesmo. Mas é bacana pra caramba acompanhar os caras, mesmo que às vezes seja meio deprimente ver como as pessoas são capazes de ser ruins 😦

Não sei se a série ainda passa por aqui, mas tem alguns episódios traduzidos no Youtube. Eles também tem um canal oficial por lá – não tem legenda em português, mas em compensação, a qualidade da imagem tá melhor.

Pra quem quiser assistir, escolhi alguns capítulos que considero bacanas:

té mais 🙂