seriando #1: medical detectives

Eu amo séries policiais – e é engraçado porque comecei a gostar delas super sem querer. Assistia Linha Direta (quem lembra? hauahauah), e apesar de achar tudo horrível e me cagar de medo achando que o criminoso da vez ia bater na minha janela, tinha alguma coisa ali das investigações que eu achava legal. Não dormia de noite, mas tudo bem, já passou, passou.

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sério, quem ficava de boa com essa merda

Mas então, LD acabou, eu cresci, e lá pelos meus 14 anos lembro que fiquei viciadona em assistir TV. Tinha toda uma programação montada pra tarde toda, passando pela Nick, CN, Boomerang… inclusive, ficava tresloucada se alguma coisa mudasse, porque aí tinha que adaptar a grade toda. Um problema intenso, eu sei. E calhou de eu descobrir a Universal – na época, não gostava muito de séries (e eu tinha tentado baixar uma e depois descobri que era um pornô disfarçado. IMAGINEM O TRAUMA), mas vi um episódio bem despretensioso de Law & Order:SVU e adorei. Incorporei na rotina. Beleza.

Só que ficava um espaço de uma hora entre o meu último desenho (Danny Phantom ❤), que passava às 18, e L&O, que só ia ao ar às 20. Eis que comecei a assistir o troço que passava antes (e o assunto real desse post)… Medical Detectives, também conhecida como Forensic Files.

O negócio é bem simples: são episódios curtinhos de 20 minutos, e em cada um deles é explicado como algum crime (geralmente assassinato) foi solucionado. Todos os casos citados são reais, e conta com a participação de algumas pessoas envolvidas (os detetives, promotores, cientistas forenses, parentes e amigos das vítimas e até mesmo o próprio acusado). Rola uma vibe meio Linha Direta, tem um cara chamado Peter Thomas narrando e a voz dele dá um mega efeito de suspense. Ah, e tem aquelas encenações também (sabe, quando reconstituem o crime).

Assim, é uma série beeem técnica, focada em mostrar mesmo como foram as etapas da investigação, quais foram as técnicas forenses usadas, qual a linha de raciocínio etc, então não tem aquele negócio de Ó MEU DEEEEUS QUEM SERÁ O CULPADO. Na maioria das vezes, inclusive, já te contam quem é e daí só te mostram como provaram que foi a pessoa mesmo. Mas é bacana pra caramba acompanhar os caras, mesmo que às vezes seja meio deprimente ver como as pessoas são capazes de ser ruins 😦

Não sei se a série ainda passa por aqui, mas tem alguns episódios traduzidos no Youtube. Eles também tem um canal oficial por lá – não tem legenda em português, mas em compensação, a qualidade da imagem tá melhor.

Pra quem quiser assistir, escolhi alguns capítulos que considero bacanas:

té mais 🙂

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seriando #0: netflix, vale a pena?

Primeira coisa que fiz em 2016 depois de dormir (MUITO) e comer (MUITO²) foi assinar o mês grátis na Netflix pra ver se o negócio era bom mermo – sendo bem sincera eu não achava que era taaanta vantagem assim (já ouvi do catálogo brasileiro ser bem desatualizado, especialmente em relação ao americano), e a minha pão durice me proíbe de pagar por qualquer coisa que seja, mas vai que eu dobrava a língua, né?

Fora que eu queria muito assistir Making a Murderer, não achava online em lugar nenhum, pra baixar era tipo 1 GIGA por episódio e eu fiquei com preguiça de esperar essa vida toda. Até porque eu sou A desatualizada master de tudo, não vi The Walking Dead nem Breaking Bad até hoje e choro na minha ignorância cada vez que alguém faz uma piada ou uma referência e eu tenho que fingir que entendi. ESSA ERA MINHA CHANCE DE FINALMENTE ADERIR À TENDÊNCIA EM SEU ÁPICE! Eu não podia perdê-la!

Bom, acabou que eu assisti (aliás, é incrível, VEJAM), e ainda adicionei várias outras na listinha.

Mas vamos lá, sobre a minha experiência de Netflix (o primeiro mês é gratuito), isso é o que tenho a dizer:

*PRÓS*

  1. É bem prático! Se você é como eu e veio da vida bandida de assistir online ou baixar, sabe como às vezes é sofrido e difícil encontrar um lugar que não encha a sua máquina de vírus, não tenha 3 milhões de propagandas ou limitador de acesso, ou que os episódios não sejam tão grandes a ponto de demorar anos pra fazer o download. Na Netflix, você procura a série que quer, aperta o play, e voilá.
  2. Sugestões por categoria. Além de indicar os destaques, o sistema vai criando um algoritmo próprio baseado no seu histórico e nas suas classificações, te dando indicações de outras coisas que você provavelmente vai gostar se assistir. Bem bom pros dias que você não sabe o que quer ver, ou quer uma indicação rápida.
  3. Boa diversidade! Achei até animes ali dentro, tem uma série chamada Atelier que foi filmada no estilo dorama asiático (produção própria, inclusive!), tem alguns filminhos mais cult e todas as porqueiras de Sessão da Tarde que você possa imaginar.
  4. SEM PROPAGANDAS INÚTEIS. Acho que essa é meio auto explicativa, HAHAHA.

*CONTRAS*

  1. O catálogo é MUITO desatualizado! Eu imaginava a Netflix como a versão legalizada do MegaFilmes, e broxei total quando fui procurar vários filmes pra assistir e eles simplesmente não existiam lá. Quanto às séries, várias delas estão com temporadas desfalcadas – How To Get Away With Murder, uma das incríveis que eu descobri por lá, só tem a 1ª temporada disponível. Alguns amigos reclamaram de Supernatural também. Fui de brincadeira clicar em Yu-Gi-Oh, são 5 temporadas e lá só existem 2.
    Fora séries que ~não existem~ por lá, como My Mad Fat DiaryThe Royals. Poxa, Netflix, assim cê corta o coração 😥
  2. Não dá pra marcar o que você já assistiu ou não. Muitas vezes aparecem nas minhas indicações filmes e séries que eu já vi – Paraísos Artificiais, Como Treinar O Seu DragãoSpartacus (a única série que eu completei na vida, por sinal). E tudo bem, a Netflix não sabe que eu vi elas fora da Netflix, mas não tem como tirar elas dali ou ao menos indicar que eu já vi aquilo antes, para que o programa não me indique de novo. Afinal, indicações servem para que você descubra coisas novas, certo?
  3. A lista fica uma bagunça. Não dá pra organizar uma biblioteca sua – separar o que você está vendo ou quer ver em categorias próprias, sabe? Se tem, eu ainda não descobri 😦 Então, fica tudo ali jogado rs Fora que, pra tirar algo da sua lista de “estou assistindo”, tem que deixar rolar até os créditos acabarem. Juro, a minha página tá toda porca, cheia de filmes que eu já vi mas que continuam poluindo a fileira ali simplesmente porque eu não “acabei o filme”. O TOC que existe em meu interior fica enlouquecido.
  4. Meio em dúvida sobre essas recomendações, viu… Não achei nada assim tããão bom ou sofisticado (na forma como os filmes estão organizados, não sobre os filmes em si kkkk). E a impressão que eu tenho é que eles enfiam uma recomendação pra mim e não vão tirar aquela joça da minha vida até eu assistir (já vi o mesmo filme 4 vezes sob 4 categorias diferentes, e é angustiante porque é um romance bobinho que eu perdi a conta de quantas vezes assisti). E às vezes nem é algo que eu gosto, não sei como eles calculam isso.

 

Talvez pra alguém que não tenha saco pra caçar o que quer assistir, seja uma boa ideia. No meu caso, não acho que valha muito a pena, ainda mais pagando por isso. A interface é confusa, as indicações (ao menos para mim) não foram muito certeiras, e acho que, tirando a vantagem de poder acessar com mais facilidade as produções próprias da Netflix, não existem muitas vantagens, não.

Meu mês grátis vence dia 07. Aproveito até lá, e depois estou de volta à vida da pirataria.

Podem me julgar à vontade, eu deixo.

Beijão!

 

desafio #1: os 16 de 2016

Êta, ano novo! Bastante gente aproveita esse embalo pra planejar o look da night e entupir a carteira de semente estabelecer os objetivos do ano seguinte, jogar aquela energia pra São Tomé e mentalizar pra que as coisas aconteçam e melhorem.

Eu sou dessas que planeja o look da night e entope a carteira de semente gosta da vibe de pensar no que quero pro próximo ano, mas há alguns anos atrás, me dei conta de que fazer isso era mais do que realizar ritos. Eu podia pular 128 ondas, oferecer o orquidário inteiro pra Iemanjá e me vestir igual o Falcão no reveillón – nada iria funcionar a não ser que eu fizesse alguma coisa.

Acredito em Lei da Atração e tudo, mas acho que, assim como a vida te traz o que você quer, é dever nosso contribuir e fazer a nossa parte também.

Então, ano passado, decidi que ia fazer um pouquinho diferente. Escolhi 15 metas (2015 rs), coisas que eu queria realizar muuuito, e botei na cabeça que ia terminar o ano feliz por ter conseguido ticar tantas delas ao invés de lamentar pro acaso que de novo tudo estava igual.

Gente, coisas loucas aconteceram! Cumpri quase todas, algumas eu nem botava fé que eu ia conseguir, mas sei lá, a deusa auxiliou nessa jornada. Daí animei pra fazer mais um pra esse ano 🙂

O que eu tenho pra 2016 é:

  1. Aprender a dirigir
  2. Investir em renda variável
  3. Terminar de escrever um livro
  4. Realizar algum trabalho voluntário
  5. Viajar para fora do país
  6. Abrir espacate
  7. Começar aulas de Krav Magá
  8. Completar o Desafio de Leitura
  9. Aprender um novo idioma
  10. Publicar 100 posts no blog
  11. Comprar uma câmera nova
  12. Desapegar de cosméticos velhos
  13. Fazer um curso de leitura dinâmica
  14. Descobrir um novo hobby
  15. Mudar os móveis do quarto de lugar
  16. Fazer novos amigos

Muito de sair da zona de conforto, ir buscar novas referências e mudar. Acho que essa vida de recém-formada tá mexendo mais comigo do que eu gostaria kkk

Bom, desejem-me sorte!

sobre a vida #11: mudanças e novos caminhos

Eu nunca vou dar certo com isso aqui, vou?

CACETE.

Mas eu sou brasileira e não desisto nunca exceto quando visualiza e não responde, então bora tentar de novo.

Então, com MUITO atraso: feliz 2016 pra todos nós! Espero que Janeiro tenha começado incrível pra vocês, com energias novas e aquele bando de coisa boa.

Eu comecei desempregada, HAHAHA. Me formei na faculdade, o contrato de estágio acabou, não tinha vaga pra mim e eu juntei minhas tralhinhas e fui embora. Por um lado rola a insegurança por não ter o dinheirinho certo caindo na conta, mas por outro, não estava curtindo muito nem o lugar nem o que eu fazia, então a mudança acabou me fazendo bem.

Apesar do sono tenso, zerei tudo dele que estava acumulado de 2015 inteiro, e agora durmo melhor. Perdi peso porque parei de comer tanta besteira de ansiedade. E posso esperar passar da hora do rush pra sair de casa e fazer as coisas que tenho que fazer.

E agora, é pensar no que fazer no futuro! Já estou procurando trabalho, mas pretendo guardar uma graninha e viajar mais pra frente. Algum dia eu dou mais detalhes disso (vem post por aí), mas nesse último estágio as coisas não foram muito boas e eu me sentia presa, mal humorada, E PIOR, incapaz. Tava cansada e de saco cheio, e parecia que depois que saísse dali a vida seria uma ladeira e eu uma bola murcha rolando direto pros confins do submundo.

Ok, exagero, mas não tava legal, não.

É isso. Só um post curtinho pra mim mesma dizendo pra parar de ser cabeçuda e escrever mais por aqui. Até porque eu tô pagando o domínio, me sinto como se estivesse numa versão virtual da academia

Beijo procês!

 

sobre a vida #10: quase lá e retrospectiva

19 dias para acabar o ano.
É, galera. Chegamos aqui. 2015 foi um daqueles anos que passava muito rápido e ao mesmo tempo parecia não acabar nunca – mas como tudo tem que ter um fim, lá está ele, ali, bem na esquina.
Não postei muito ao longo do ano, e o que escrevi foi mais sobre amenidades do que qualquer outra coisa. Mas 2015, esse ano que eu completei 21 anos de vida, foi um dos, se não O mais, intenso da minha história. Não que ela seja grande ou qualquer coisa, mas assim, já passei por um bom número de perrengues e situações loucas e esse ano veio para coroar.
Eu me perdi. E quando achei que tinha me encontrado, me perdi de novo. Deu medo, me retraiu, desestruturou de verdade. E por mais que tenha sido sofrido, eu o viveria de novo do mesmo jeito. Porque eu encontrei e descobri um bom número de filhos da puta – gente que me passou a perna, demonstrou quem era de verdade, ou se mostrou nem tão essencial assim pra mim. Mas tive a sorte de me deparar com um punhado valioso de verdadeiros anjos que me levantaram quando caí, me empurraram pra frente quando precisei e me mostraram o tipo de gente que eu quero ser e ter ao meu lado.
Eu fiz muita coisa que eu nunca achei que faria. Fui a um campeonato de Jogos Universitários. Fui a um Lollapalooza. Finalmente criei coragem pra mudar o cabelo, venci a vergonha (imbecil e sem fundamentos) e fui fazer terapia, consegui um livro autografado, descobri e me apaixonei pelo pole dance. Daqui a dois dias to fazendo tatuagem – a primeira! Volto pra contar como foi.
Eu sou uma nova pessoa. E olha só, eu descobri que gosto dela, e quero ir até o fim para descobrir do que mais ela é capaz.
Então, 2016, pode vir, pode chegar.
Porque eu mal posso esperar para conhecer a eu que vou descobrir com você.

Um abraço,
Lari

filme da vez #3: paraísos artificiais

Eu pago um pau desgraçado pra Nathália Dill – via uns pedaços da temporada de Malhação que ela estreou, e MEU XEÇUIS, que sofrência. Claro que com todo o talento e lindice, ela ganhou um puta destaque, já abocanhou uma protagonista na próxima novela, e pela primeira vez na minha existência eu me via convencida por uma vilã de MALHAÇÃO.

Gente, é sério. Geralmente eu dou risada com vilões de novela mas quando eu via aquela menina eu podia jurar que ela era má de verdade (e depois boazinha, acho que ela se regenerou no final, não lembro). Rolava um recalque branco porque ela é maravilhosa também.

Mas enfim, passou o trailer desse filme antes de passar um outro filme que eu tinha ido ver no cinema e eu não lembro qual, vi a carinha dela lá e já fiquei MANO ESSE FILME DEVE SER SENSACIONAL, VOU BAIXAR DEPOIS. Ok que o depois veio 3 anos depois, mas mé, detalhes.

Curti muito o filme, mas confesso que não prestei muita atenção na trilha sonora – todinha eletrônica e feita sob medida. Sobre o tema: claro que um dos pontos é meio que “alertar” a garotada sobre o que rola nas raves (basicamente: diga não às drogas), mas o tempo todo fica bem pautada essa coisa dos perigos de “se deixar levar”. Nas promessas de um êxtase rápido, fácil e intenso, podem vir consequências desagradáveis. Não só no quesito ficar bem loko, mas também de querer dinheiro fácil, se deixar levar por más companhias, confiar demais na resistência do próprio corpo, e por aí vai.

Também tem aquela coisa das escolhas – nem só de prazer a gente vive, e às vezes, alguns poucos momentos de irresponsabilidade podem te afetar de forma drástica nos dias, meses, ou anos seguintes.

Filme legal pra fazer pensar, com uma produção maravilhosa, roteiro bacana e efeitos visuais de impacto. A cena do cartaz do filme (a festa com as tintas que brilham em luz negra) é maravilhosa! ❤

coisas que a gente acha na net #1

Porque eu perambulo demais por essa net, mas às vezes pelos mesmos lugares. Bom sair da nossa zona de conforto e compartilhar conteúdo que merece ser compartilhado… né?

Não sei vocês, mas sou dessas cujo histórico do navegador consegue dizer bem qual fase exatamente estou passando pela vida – se estou em crise ou se retornei à prática do deboísmo. Coincidência do destino, ou sinais do universo, sei lá, mas eu sempre acabo encontrando coisas que me ajudam a superar. Essa é uma fase de crise. E essas são as coisas que mais me ajudaram.

O Ique, sempre um poeta, escreve nesse texto sobre um dos últimos momentos que passou ao lado do pai, já no hospital e ligado a uma máquina de oxigênio. Legal para refletir sobre a vida, uma daquelas coisas que você precisa ler quando estiver com medo de fazer alguma coisa – mudar de rumo, de emprego, de um relacionamento ruim.

Uma boa dose de verdades na cara sobre as vezes em que deixamos de fazer coisas que queremos, ou nos sentimos obrigados a fazer coisas que NÃO queremos, apenas para sermos bem vistos socialmente, com reputações bonitinhas e etc.

Eu AMO de paixão venerada o canal da Jout, e sou fãzaça (é assim que se escreve?) do jeito sarcástico dela e de tudo o que ela fala nesse vídeo. Ela consegue deixar assuntos pesados leves, sabe? Nesse vídeo, ela fala sobre como superar bads (BINGO!). Já dando meu testemunho, comecei a chorar logo depois do vídeo e isso me fez um bem do caralho. Falo mesmo.

O tal do “copinho” fisgou meu interesse, e de tanto ouvir propaganda positiva, decidi adquirir um para mim. Isso ainda não aconteceu, mas eu já comecei minha busca frenética por informações, marcas, modelos e etc. Quase caí pra trás quando vi a data do post (achei que era super recente mas aí me dei conta que 2010 foi HÁ CINCO ANOS ATRÁS), depois rolou uma jogada de cabeça na mesma direção devido às risadas.

Eu ainda não entendi direito sobre o que se trata o BossBabe – acho que é tipo um LinkedIn exclusivamente feminino que prega que o sucesso profissional não está desgarrado da vaidade. Seja lá o que for, o instagram deles é inspirador, as mensagens são incríveis, e eu assino embaixo o mote da rede 🙂