sobre a vida #12: emprego novo e a vida dá voltas

Olá!

Como estão vocês? A vida anda meio louca pra todo mundo ultimamente, e eu não fui exceção à regra. Sumi daqui de novo, mas qual a novidade não é meixmo mas acabei voltando, e acho que talvez consiga voltar de vez. Veremos.

Porque, poxa, lá vai a pessoa trouxa inocente achar que blogar é fácil, mesmo que seja por diversão. Mas não. É difícil bolar conteúdo, é tenso superar aquela preguicinha de fim de semana, é foda escolher contar como foi o dia pra internet e não se deixar seduzir pela cama quentinha que tá bem do lado, ainda mais agora que o outono chegou em SP – louco de pedra também – trazendo um calor de Judas de dia e o frio do Alasca de noite, e todo mundo tem que aderir ao look cebola para sobreviver.

 

 

pronta para divar na virada de estação

Pois bem, o que aconteceu no último mês foi: arranjei um emprego!

TODAS CHORA DE EMOSSAUM!11!1!!!1

MENTIRA, SÓ EU, ACHO

Depois da virada do ano, que foi quando oficialmente terminei a faculdade e o contrato de estágio (que não deu em nada), comecei a caçar freneticamente, e fui chamada para algumas dinâmicas/entrevistas, mas batia na trave. Um lugar o cara (que eu creio ser o dono) até deu sinais de que queria muito me contratar, mas se liga na cilada: o hómi queria alguém que trabalhasse num cargo de assistente (guarde isso), mas que tivesse competências de um gerente, tomasse as decisões de um diretor, e ganhasse o salário de um menor aprendiz. Trabalhando de segunda a sábado. Valor seco.

O Pedro já disse pro Bino que era cilada, e tratei de vazar dali rapidinho. Fora que, pra chegar ali, peguei uma linha de trem que nunca usei na vida, e apesar dela ser tranquila, fiquei imaginando como seriam as condições de segurança de manhãzinha e à noite, porque os trens demoravam muito pra passar, tinha pouca gente e nenhum guarda. Toda mulher tem essa neura, e eu, mais paranoica do que metade da nação e com zero competência pra me defender sozinha de um ataque físico, elevei à enésima potência.

eu sempre que vou a um lugar estranho

Mas, depois de um tempo, arranjei uma segunda casinha nova meio que despretensiosamente – entenda-se: só na hora que eu achei a vaga na internet, porque nas outras etapas eu queria vomitar de nervoso – e completei 1 mês lá essa semana. Lugar maravilhoso. Tem breja toda sexta, reunião de equipes quase toda terça e gente linda todo dia ❤ ORGULHO DEFINE!

Engraçado que foi só quando entrei no meu emprego novo que me dei conta do quão grilada (HAHAHA odeio essa gíria, mas não consigo pensar em outra palavra agora) eu estava no lugar antigo. Do quão negativo ele era, do quanto eu ficava mal lá. Ainda faço um post com mais detalhes, mas depois que saí, a cada dia é um agradecimento diferente a Deus porque os podres que cê descobre de lá são dignos de novela (tipo moça do RH contratando marido, caixa 2 pra pagar churrasco de fim de ano, negada cagando tudo e botando culpa no aprendiz, gente sendo demitida na base da punhalada nas costas etc).

É foda. Mas está no passado agora.

E ainda tive a notícia de que o meu ex vai ser demitido. Não desejo nada de ruim pra ele (embora ele tenha sido um perfeito idiota comigo), mas o karma pega pra todo mundo e agora, não posso deixar de pensar que é pelo menos “bem feito” pro ser humano que ele é.

Isso também só provou pra mim que a gente sempre deve focar no nosso, fazer o bem, ser a melhor pessoa que pudermos ser. E correr atrás. Porque o amigo se gabava todo dia que todos os chefes amavam ele e que era o fodão das galáxias, mas adivinha só quem foi escolhido pra forca na hora do aperto?

De resto, tudo indo.

A gente vê.

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sobre a vida #11: mudanças e novos caminhos

Eu nunca vou dar certo com isso aqui, vou?

CACETE.

Mas eu sou brasileira e não desisto nunca exceto quando visualiza e não responde, então bora tentar de novo.

Então, com MUITO atraso: feliz 2016 pra todos nós! Espero que Janeiro tenha começado incrível pra vocês, com energias novas e aquele bando de coisa boa.

Eu comecei desempregada, HAHAHA. Me formei na faculdade, o contrato de estágio acabou, não tinha vaga pra mim e eu juntei minhas tralhinhas e fui embora. Por um lado rola a insegurança por não ter o dinheirinho certo caindo na conta, mas por outro, não estava curtindo muito nem o lugar nem o que eu fazia, então a mudança acabou me fazendo bem.

Apesar do sono tenso, zerei tudo dele que estava acumulado de 2015 inteiro, e agora durmo melhor. Perdi peso porque parei de comer tanta besteira de ansiedade. E posso esperar passar da hora do rush pra sair de casa e fazer as coisas que tenho que fazer.

E agora, é pensar no que fazer no futuro! Já estou procurando trabalho, mas pretendo guardar uma graninha e viajar mais pra frente. Algum dia eu dou mais detalhes disso (vem post por aí), mas nesse último estágio as coisas não foram muito boas e eu me sentia presa, mal humorada, E PIOR, incapaz. Tava cansada e de saco cheio, e parecia que depois que saísse dali a vida seria uma ladeira e eu uma bola murcha rolando direto pros confins do submundo.

Ok, exagero, mas não tava legal, não.

É isso. Só um post curtinho pra mim mesma dizendo pra parar de ser cabeçuda e escrever mais por aqui. Até porque eu tô pagando o domínio, me sinto como se estivesse numa versão virtual da academia

Beijo procês!

 

sobre a vida #10: quase lá e retrospectiva

19 dias para acabar o ano.
É, galera. Chegamos aqui. 2015 foi um daqueles anos que passava muito rápido e ao mesmo tempo parecia não acabar nunca – mas como tudo tem que ter um fim, lá está ele, ali, bem na esquina.
Não postei muito ao longo do ano, e o que escrevi foi mais sobre amenidades do que qualquer outra coisa. Mas 2015, esse ano que eu completei 21 anos de vida, foi um dos, se não O mais, intenso da minha história. Não que ela seja grande ou qualquer coisa, mas assim, já passei por um bom número de perrengues e situações loucas e esse ano veio para coroar.
Eu me perdi. E quando achei que tinha me encontrado, me perdi de novo. Deu medo, me retraiu, desestruturou de verdade. E por mais que tenha sido sofrido, eu o viveria de novo do mesmo jeito. Porque eu encontrei e descobri um bom número de filhos da puta – gente que me passou a perna, demonstrou quem era de verdade, ou se mostrou nem tão essencial assim pra mim. Mas tive a sorte de me deparar com um punhado valioso de verdadeiros anjos que me levantaram quando caí, me empurraram pra frente quando precisei e me mostraram o tipo de gente que eu quero ser e ter ao meu lado.
Eu fiz muita coisa que eu nunca achei que faria. Fui a um campeonato de Jogos Universitários. Fui a um Lollapalooza. Finalmente criei coragem pra mudar o cabelo, venci a vergonha (imbecil e sem fundamentos) e fui fazer terapia, consegui um livro autografado, descobri e me apaixonei pelo pole dance. Daqui a dois dias to fazendo tatuagem – a primeira! Volto pra contar como foi.
Eu sou uma nova pessoa. E olha só, eu descobri que gosto dela, e quero ir até o fim para descobrir do que mais ela é capaz.
Então, 2016, pode vir, pode chegar.
Porque eu mal posso esperar para conhecer a eu que vou descobrir com você.

Um abraço,
Lari

sobre a vida #9: disciplina, prioridades, desapegos

sobre disciplina (ou melhor, a falta dela)

Ugh.

Eu juro, vou parar de fazer promessas. Ironicamente, estou fazendo uma pra parar de fazê-las, mas… argh, enfim.

Alguém me explica o que aconteceu que já estamos no QUINTO mês de 2015? Esse ano está passando muito rápido (não é brincadeira dessa vez, tá voando as coisa tudo mesmo), tá meio difícil entender tudo o que está se passando. Tem muita coisa se passando na vida, e, pra variar, me senti obrigada a deixar o blog de lado mais uma vez, até porque estou meio sem foco pra ele ainda.

Não sei, gente, acho estranha essa coisa de chegar e escrever para um grande eco sobre as minhas opiniões e afins. Sinto que estou numa fase muito intensa de mudanças, que estou amadurecendo, mesmo. (ou ficando careta e ranzinza, como preferir)

Mas como em todo bom período de crise, estou sendo obrigada a confrontar alguns aspectos e coisas minhas que já não fazem tanto sentido pra mim, ou que estão me atrasando mesmo (no sentido espiritual-evolutivo da existência). Portanto, estou revendo meus valores, algumas visões de mundo meio ultrapassadas e, claro, defeitos meus. Incluindo a minha não-disciplina e minha falta de organização.

Apesar de tudo, tenho orgulho em dizer que estou melhorando nas duas frentes, e que, ok, não me transformei na Miss Produtividade, mas tô lidando melhor com minha vidinha… eu acho.

E uma das provas disso eu tirei há uns dias atrás, quando completei os #100happydays.

Sim, eu consegui.

EU CONSEGUI OMG, OBRIGADA BRASÊL, É MUITA EMOÇÃO

pelo menos, estou conseguindo estabelecer minhas prioridades melhor!

Eu deveria estar surtando, com o TCC, e a iminência da vida adulta definitiva batendo na porta. Eu nem estou nostálgica ou triste… só pelo fato de ter que parar de pagar meia, que acho que é um golpe do qual nunca mais me recuperarei. Falo mermo!

Comecei a pensar em vários outros projetos pra tocar, coisas que quero fazer… é aquele cuidado pra não dar uma mordida maior do que a boca e morrer engasgada com restos nos pulmões #odrama.

Mas eu ainda preciso daquele puxão de orelha (que deveria ser mais uma voadora na fuça) mental pra não descuidar do TCC. É em grupo, e confesso que isso acaba me deixando mais desleixada porque o peso não está só nas minhas costas, mas não dá pra montar em cima das amigas e pagar de folgada, né? (até porque tivemos um santo problema com uma pessoa que não fazia nada no grupo, e a novela só terminou quando a dita criatura trancou a faculdade – deixando para trás um rastro de vergonha, desgraça e muitos surtos neuróticos alheios… enfim, história pra outro dia)

Aliás, percebi que estou mudando muito esse ano. E não sei vocês, mas isso sempre se reflete no meu estilo, no jeito que eu me visto, e tal.

Resultado: desapegos mil e faxinas alucinadas no armário

Ok, talvez não num nível tão frenético, mas, sim, isso é real. Está acontecendo agora.

Oooooooooooooohhhhhhh

Então, percebi nesse meio tempo que não suporto 1/3 das minhas roupas. Ok, não que eu as deteste, muitas delas eu usei muito por muitos anos. Eu só não me enxergo mais nelas.

Sou dessas que se apega muito às coisas, então, me desfazer de roupas ou o que for é sempre um processo meio doloroso pra mim. Eu fico olhando e lembro de coisas que passei com aquela peça em específico (sim, é esse o nível da neurose), às vezes me dói saber que gastei dinheiro numa peça e nem usei, ou foi algo que ganhei de presente de uma pessoa querida… enfim, os motivos não acabam.

O fato é, o passado pode não ter sido a melhor coisa do mundo, mas ele me fez ser a pessoa que eu sou hoje, e eu ainda sinto saudades da menina que eu costumava ser em alguns momentos, por mais que eu não queira continuar como ela. Me desfazer das coisas que faziam ela ser quem é (as calças jeans surradas que nunca serviam direito, as blusinhas estampadas) me dá a impressão de que estou me despedindo dela… pra sempre.

E eu sei que preciso deixar isso pra trás de vez, mas é complicado. Nunca mais voltarei a vê-la, mas até aí, o tempo não volta, também.

Quer saber, retiro o que eu disse. Talvez eu esteja nostálgica e triste e passando pela crise de entrada na fase adulta, mesmo.

sobre a vida #8: centena feliz, pokémon

Os tais dos 100 dias felizes

Você provavelmente deve ter ouvido falar do desafio dos #100happydays, ou quem sabe até completado um já 🙂 Eu sei que ele é meio antiguinho e que a onda já passou, mas acho que a ideia é bem atemporal (qual tendência é maior do que ser feliz?) e, mesmo hesitando bastante, resolvi encarar a parada!

Já faz um tempinho desde que comecei – já se foram 29 dias! A experiência é bem interessante por diversos motivos: ela te deixa alerta pro que tem potencial pra te deixar feliz (mesmo que seja um pouquinho só), e qualquer coisinha já te deixa meio “ooooopa!” haha Mas o que eu acho engraçado mesmo é que, pelo menos no meu caso, as coisas não são tão espontâneas quanto imaginava que fossem. Sou dessas que esquece completamente da câmera quando curto o momento (e me orgulho muito disso, confesso!).

Mas aí volto pra casa e fico “PUTZ esqueci de tirar a foto” e acabo tirando de outra coisa aleatória, mesmo.

Fora que eu sou super desconfiada, sabe? Não tiro o celular da bolso na rua ou em lugares muito movimentados de jeito nenhum, às vezes nem no ônibus ou metrô eu consigo! Aí quando vejo alguma coisa legal nesses lugares só fico no achar legal e vou embora 😛

Mas a melhor parte mesmo é que você se conhece melhor. Notei que ando bem caseira, posto muitas fotos de objetos e amo meus amigos do trabalho ❤

Voltei a ter 10 anos e a jogar Pokémon o dia inteiro, #mejulgue

Uma coisa que eu gostaria de fazer é jogar mais jogos! Quando eu era criança, ficava no computador jogando The Sims e alguns games da finada LucasArts alucinadamente. O engraçado é que as coisas que eu jogava (Full Throttle e a série da Ilha dos Macacos) eram totalmente não apropriadas pra minha idade! Os jogos eram do meu pai, não entendia nada e sempre pedia a ajuda dele pra saber o que fazer em seguida.

Só anos depois fui me dar conta de que joguei coisas que incluíam ações ilegais, como roubar, brigar com o coleguinha, dar socos no coleguinha, matar o coleguinha, etc. Ok que era por causas nobres como resgatar sua noiva de um pirata zumbi ou provar que você não assassinou um cara, mas ainda assim.

Viu? Essa é a prova definitiva de que videogames violentos não influenciam pessoas a se tornarem assassinos terroristas.

Mas enfim, eu joguei Pokémon alucinadamente também! Tinha uma época que eu era tão viciada que conseguia zerar o Gold/Silver em menos de SEIS HORAS, e minha mãe chegou a trancar todas as revistas em um armário porque eu não queria fazer lição de casa pra ficar jogando 😛 Aí esses dias bateu uma saudade, sabe? Como a Nintendo não vende mais no Brasil (</3) e eu não sei onde meu Gameboy se encontra, baixei tudo no emulador e fui jogar.

Já zerei o Black duas vezes, mas nunca o White porque eu preferia o Reshiram ao Zekrom.

E como eu só quero ver a história e não tenho mais paciência pra ficar treinando os bichinhos, enchi o jogo de Action Replay pra ir mais rápido. E nem estou me sentindo culpada, é legal pra cacete deixar o seu time inteiro brilhante e 5 níveis mais forte em 5 minutos.

Pode me julgar, eu deixo!

sobre a vida #7: reta final, conquistas, carnivale

E foi dada a largada para o meu último ano!

Já faz 3 anos desde que fiquei sabendo que fui aprovada no vestibular e saí correndo no segundo dia do ano para fazer a matrícula na faculdade. Ainda não tinha certeza de que aquele era o curso certo, mas só de saber que eu tinha passado em algum lugar (um bom, certo? hehe) e que não teria que começar o ano no cursinho, eu já me senti super aliviada.

Dei sorte! Descobri que sou apaixonada pela minha área e que ela é tão ampla que eu sinto como se pudesse fazer o que eu quiser 🙂

Eu deveria estar num momento depressivo e de negação pelo fim oficial da minha vida de estudante “forçada”, mas só consigo pensar no quanto quero que esse martírio acabe logo. Ando com uma preguiça imensa daquele lugar, e só de ver a mensalidade e a putaria com problemas desnecessários aumentarem a cada ano (fora o TCC!) a vontade de ir embora logo só cresce.

Fora que não estou psicologicamente preparada para a volta às aulas amanhã, falo mesmo!

eu neste exato momento

A parte boa é que voltarei a ver as amigas lindas que me acompanham nessa batalha diária numa frequência beeem maior 😀

Planos, planos, planos

Sabe, eu nunca fui dessas de fazer metas de ano novo. Prometia um monte de coisas, mas não ia atrás e não conseguia cumprir porque… bem… eu esquecia delas já no primeiro mês HAHAHA então quando chegava o final do ano eu ficava “nossa, o que eu tinha pedido mesmo?”. Como eu nem sabia, nem tinha como ter cumprido, né?

Mas esse ano eu comecei com gás total, me metendo de louca a cumprir uma porrada de desafios – e vem mais por aí *gulp*. Eu prometi pra mim que a única meta que eu teria para 2015 (e a que eu mentalizei na virada da meia-noite) foi que eu iria atrás dos meus objetivos e não ficaria esperando todo 1º de Janeiro para parar pra pensar no que eu queria de verdade.

Essa ideia aqui influenciou bastante nessa decisão 🙂 Inclusive, preciso fazer minha jarrinha!

E eu achei que ia desanimar, mas já realizei duas coisas que eu queria muito. E fiquei ainda mais faminta por mais RAWR

mim segurem que eu vou com tudo

Carnaval chegando na sua fuça aí geeeente

Mas já foi mais animado, hein?

E não falo nem por mim, é pelos outros mesmo! Nunca fui muito fã, sempre detestei e tinha que me conformar em aturar a felicidade imensa das pessoas nas festanças que eu achava um saco. Mas esse ano parece que todo mundo anda meio broxado e sem dinheiro pra fazer as coisas.

Digo, cadê hit tenebroso 2015? Cadê pessoas fazendo planos loucamente com 3 semanas de antecedência? Cadê todo mundo molenga e dizendo que o ano só começa de verdade depois do Carnaval?

Parece que resolveram que é melhor mesmo ir ver o filme do Pelé dormir do que pular no bloco… sei lá.

sobre a vida #6: então é natal, coisas novas, encruzilhada

merry christmas, yo-ho-ho.

Esse Natal está sendo bem diferente dos 19 anteriores da minha vida. Num sentido não tão bom, já que é o mais deprimente hahaha Acho que é porque é o primeiro que eu tenho que trabalhar ever, e mesmo que tenha sido só por meio período, ainda assim requer acordar, me arrastar até o escritório, e ficar lá com a bunda sentada em uma cadeira… sendo a única pessoa em um raio de quilômetros a fazer isso.

Enquanto isso, casais de amigos e amigos que ainda seguem carreira solo no mercado do amor postam fotos da praia, da ceia, do Caribe, etc.*suspiro*

Vantagem é que eu posso, sei lá, dar estrelinhas no escritório e correr pelada.

Não que eu tenha feito isso, mas é uma coisa que eu poderia fazer.

mudanças na vida

Ah, mas não é só isso. Engraçado como 2014 passou tão devagar e agora, ele passa tão rápido.

Mas, de qualquer jeito, ele está acabando! E percebi que preciso deixar algumas coisas irem embora junto com ele. Claro, tirando a parte emocional de mágoas e etc., coisas materiais também. Reorganizei meu guarda-roupa e despachei algumas coisas de lá. Me desfiz de uma lata inteira de glosses que eu não uso há uns 5 anos e devo ter há uns 8. Dá dó pelo fato da imensa maioria deles ainda estar praticamente intacto – e perfeitamente usável! – mas eu não tenho mais espaço para eles aqui, e, se eu não os usei em 5 anos, não serão nos próximos 5 que eu vou.

E eu me pergunto: por que raios eu comprei tantos se, no fundo, eu nunca gostei do look “comi frango assado e não usei guardanapo”? Por que diabos eu não me livrei deles logo?

Por que é que eu deixei praticamente a minha vida inteira ser tomada por esse apego imbecil? Eu sempre fui dessas que acumula milhões de coisas e tem um receio irracional de passá-las para a frente. Do tipo, sabe, “ah, não estou usando, mas com certeza ninguém vai cuidar melhor do que eu”.

Bem… não mais.

Pra mim, chega.

ok, beleza!… e aí, o que eu faço?

Mas é óbvio que sempre depois que você resolve fazer esses statements na vida, fica sem graça depois. como nessa cena aqui:

eu sendo linguini na vida real

Acontece que eu sempre fui do tipo que se decide, e vai meio que voltando atrás hahaha Sabe quando você briga com seu melhor amigo e fica “NÃO VOU FALAR COM VOCÊ”, e meia hora depois já tá “não, eu não vou falar. Me recuso. NÃO.” pra logo depois ficar “Hmmmm…. ah, vou falar vai”.

Então, eu sou basicamente assim com a minha vida inteira.

Por exemplo, alguém me faz algo de ruim, e eu boto na cabeça que vou parar de ser trouxa e virar a vadia sem coração que eu sempre sonhei ser. Mas aí eu me arrependo depois quando vejo que o resto do mundo é legal (ou não tão chato).

Mas não se engane, eu ainda almejo ser a vadia sem coração. Elas são tão fodas. Aaaaai…