trilha sonora #8: deus me leva

Eu só não fico mais ansiosa pra que Setembro acabe logo porque dessa forma nós entramos em Outubro, e eu não tenho estrutura psicológica para aceitar que DEZ MESES SE PASSARAM.

Ao menos tenho moral para dizer que fiz muita coisa que queria fazer esse ano – e tem mais alguns objetivos se tornando realidade por aí, ein. Me aguardem.

Pois então, músicas.

  1. Jason Derulo – Cheyenne
  2. Massive Attack – Angel
  3. Youngblood Hawke – We Come Running
  4. Ne-Yo feat. Sonna Rele – Every Day With Love
  5. Benjamin – Underdogs
  6. Ludacris feat. Trey Songz – Sex Room
  7. C2C – Down The Road

Inté.

trilha sonora #7: solta o som

Eu sei, eu sei, tá rolando Rock in Rio com show da Katy Perry e Ivete Sangalo, VAI ENTENDER, mas além de não terem rolado oportunidades (leia-se: grana, disposição e companhia) para ir até a Cidade Maravilhosa passar perrengue na praia lotada nesse calor de Judas QUE EU AMO, SÓ QUE MUITO NÃO, o armário vomitando roupa desarrumada e a vontade monstra de assistir Narcos (e matar o jejum infinito de séries no qual eu me meti e simplesmente não consigo me livrar) falaram um pouquinho mais alto.

Superei aquela crise maldita do capeta e as músicas tem andado mais animadinhas, com direito a gratas surpresas de playlists aleatórias do Spotify (pra variar) e um forró nada a ver com nada que grudou na minha cabeça depois que o escutei sendo cantado bem mal diga-se de passagem mas quem sou eu pra julgar num karaokê e depois vi a banda ao vivo ao ser arrastada para um forró por uma amiga do trabalho.

Foi loko esse dia,

  1. Robin Thicke feat. Nicki Minaj – Back Together
  2. Shinedown – Cut The Cord
  3. Marcus Santoro & The Potbellee – All The Way
  4. Tokio Hotel – Love Who Loves You Back
  5. Catey Shaw – Walks All Over You
  6. Pixie Lott – Lay Me Down
  7. Bicho de Pé – Nosso Xote

Té mais ❤

trilha sonora #6: recomeçar

Ora, olar.

Eu passei os últimos meses numa crise tensa e ao mesmo tempo muito tosca, e isso chacoalhou eu e a minha vida de cabeça pra baixo – de uma hora pra outra, eu, que me julgava tão decidida e ambiciosa, me vi confusa, sozinha e perdida nesse mundão. De repente, parecia que eu não me reconhecia mais no espelho, não sabia mais o que eu era nem o que eu queria ser. Tenso.

Musicalmente eu nunca senti que fui uma pessoa muuuito entendida – eu geralmente ouço o que tá na rádio, às vezes escuto um som em algum lugar aleatório e curto, de repente o player automático do Youtube me joga num vídeo de uma banda que eu não conheço. Mas eu nunca fui muito desbravadora nesse sentido. E acho que é hora de mudar (não só no quesito música, no quesito eu, mesmo).

Não afirmo que estou bem e totalmente curada, mas já é um começo, e se antes eu tava angustiada e chorando de noite no travesseiro, hoje eu me pergunto mais quem é essa nova eu que vai viver a nova fase da vida.

Então, vamos lá. Sobre as músicas que mais me embalaram nos últimos dias:

  1. Oliver Heldens & Shaun Frank – Shades Of Grey (feat. Delaney Jane) (Leeyou & Danceey Remix)
  2. Hedley – Crazy For You
  3. Jorge & Matheus – Flor
  4. Calvin Harris feat. Ayah Marar (Michael Brun Remix) – Thinking About You
  5. Patrick Stump feat. Alph-a-bit – Porcelain
  6. Melanie Martinez – Soap
  7. Digital Farm Animals – True

(sem mais comentários porque além de não acrescentarem muita coisa não eram muito interessantes também hueheueh)

trilha sonora #5: anime-se parte 2

Que o Carnaval acabou e as desculpas pra vadiar também agora não há mais nada que impeça 2015 de “começar” de verdade, segundo a opinião de muitos.

Não concordo muuuuito, maaaas não posso dizer que não fiquei feliz da faculdade compartilhar do mesmo sentimento, então deixemos quieto que tá bom assim. Tá ótimo, tá maravilhoso! Divo, uhul!

E pra dar um gás na sua, na minha, na nooooossa semana, aquela playlist ***ressuscita cadáveres*** que não lembra em absolutamente nada o feriado que nos agraciou com toda essa putaria zoeira.

Continuo sem saber qual foi o hit do ano! Conheci-os somente de nome e ainda não decidi se quero aprofundar a relação, me deixem matutar um pouquinho.

Sem mais delongas:

  1. Dreaming, de Smallpools

 Eu tenho a impressão que já ouvi essa música em algum lugar há muito tempo atrás – não sei onde nem quando nem como e muito menos o porquê. Ou ela é parecida mesmo com alguma outra música ou é um daqueles déjávu (tá escrito certo?) dumal que tenho às vezes. 

  1. Let It Go, de Dragonette

Da série “a vida quis tocar isso aqui 3000 vezes no shuffle e eu resolvi pôr porque curto uma coincidência”.

  1. You Are, de Lionel Richie

Da série “hits bregas que você ouve e adora na ALPHA FM”.

*o nome está inteiro em CAPS LOCK no site, resolvi copiar.

  1. Virtual Insanity, de Jamiroquai

Continuação da série do item anterior.

Além do que, eu adoro a voz do Jay Kay.

  1. Wrapped Up, de Olly Murs Travie McCoy

Candidato a hit da vez (na minha vida, pelo menos), ein?

Duas palavras que sempre me pegam: Instrumental. Bom. E esse é bom DEMAIS ASDFGHJKLÇ

  1. Chocolate, de The 1975

Eu achava que era o Panic! At The Disco que cantava, mas descobri que não.

A voz é igualzinha, juro pra você!

  1. What You Know, de Two Door Cinema Club

Você nunca consegue errar com essa banda.

E o nome deles é tão legal, te faz sentir tão hipster cult dizer que você é fã de “oh, Two Door Cinema Club”.

… mals, sou só eu alucinando mesmo.

trilha sonora #3: de volta ao passado

Porque dá pra abdicar de muita coisa, mas não de uma boa música!

E já que elas marcam tantos momentos das nossas vidas, nada melhor do que fazer, de vez em quando, aquela sessão nostalgia pra lembrar as coisas boas e de aceitação da finesse pública, e aquelas que você amava mas não se sentia lá muito confortável em compartilhar sua adoração com o mundo.

Uma dessas rolou comigo essa semana (mais ou menos, vai) e esse foi o resultado:

  1. Let’s Groove, de Earth, Wind & Fire

Ressurgida naquele momento mágico em que você põe as músicas em shuffle e descobre coisas que você não lembra de ter baixado nunca na sua vida!

Sempre válida pela perfeição e pela capacidade infalível dos caras de animarem os espíritos de qualquer defunto semi-morto.

  1. Don’t Trust Me, de 3OH3!

Essa música tá me perseguindo, não é possível.
Coloco o celular pra tocar de manhã enquanto me arrumo, pra me ajudar a acordar – e por ser mais legal também! hehe. E. Todo. Santo. Dia. Toca. Essa. Joça.

Mas ela é ótima, nem ligo!

  1. Afterlife, de Ingrid Michaelson

Adoro descobrir músicas ao acaso, como no caso dessa aqui.

Moça, não te conheço, mas já te considero pakas por esse som maravilhoso!

Continue assim!

  1. Floorfiller, de A Teens

Ô, Jesus, como eu sou cafona.

Sabe quando bate uma saudade aleatória de alguma coisa da sua infância? Semana passada eu fiquei pensando como eu adorava esse clipe (eu e uma amiguinha da escola ficávamos brincando de ‘faz de conta’ e rolava a maior briga pra decidir quem seria a menina loira – e eu nem lembro o motivo… mas acho que é porque achávamos ela a mais bonita HAHAHA). E então eu fui ver o clipe e… Olha, gente, como as coisas mudaram de lá pra cá.

Acho o máximo como a gente percebe o quanto era brega, e o quanto isso era legal porque éramos felizes pra caramba e estávamos pouco nos lixando.

Me levem de volta pros meus anos incríveis!

  1. Believe Me, de Fort Minor

A sessão ‘resgate ao passado’ aqui tá bacana, hein?

Eu não sei se muita gente conhece essa música (a mais famosa do grupo é Remember The Name, que lançou há… anos atrás), mas ela é ótima e tem uma batida que eu não consigo explicar – tem um piano no começo, e aqueles efeitos meio sintéticos, e tem rap no meio, mas não é nada pesadão, sabe?

Aliás, foi a primeira música que eu escutei deles, quando o clipe passou na MTV (na época em que era O canal descolado da galera, e, se você não visse, era julgado eternamente) e eu achei o máximo os efeitos de edição.

  1. Ain’t It Fun, de Paramore

Faz quarenta mil anos que eu não escuto Paramore.

Aliás, nunca fui muito de escutar… nem mesmo na época mais “modinha” da banda. Não é nem que eu não goste, só que não costuma ser minha primeira opção – e, partindo deles, prefiro um som mais agressivo do que a fofura de The Only Exception.

Não nasci pra ser romântica, mals!

  1. Never Gonna Give You Up, de Rick Astley

Pra chutar o balde de uma vez por todas, o hit dos hits com um clipes de qualidade mais duvidosa e menor coerência possível com a letra, e que toca todo dia na Jovem Pan sabe-se lá por qual motivo.

Mas, por favor, não parem de tocar essa música! Eu fico toda feliz sempre que ouço ela tocar no rádio e acho que é a única jura de amor exagerada da história que não gera uma reação negativa por parte do público feminino.

Aliás, alguém me ajude porque eu não consigo parar de escutar isso aqui SOCORR

trilha sonora #2: não sou tuas piranha

Época meio revolts marcada por muito tédio, insatisfação catalisada por insatisfações internas e a esperança de um bom porre a ser tomado nesse meio-fim da semana. Além de uma nostalgia bonita.

1. Extraordinary, de Clean Bandit feat. Sharna Bass

Rather Be? Esqueça! Além de estar todo mundo enjoado, essa daqui consegue ser três vezes melhor ❤

Mantém aquele ar etéreo de Clean Bandit, mas tem um ar mais fofo do que o hit anterior – não um fofo “cute”, um fofo suave, sabe? Meio lírico, poético… e eu gostei mais da voz da Sharna do que da Jess Glynne, mas acho que isso é mais questão de opinião heh.

Novo hit da vida, destronando Outside com uma relativa facilidade.

2. Bullet In My Hand, de Redlight King

Adoro o Spotify – me faz descobrir umas bandas que acho que nunca ouviria falar na vida não fosse pelo app (serviço de stream, ok! entendi). E, apesar da minha lista de artistas mais tocados contradizer isso, eu adoro rock! Sou meio doida por uma guitarra e super a favor do ecleticismo (?) musical – afinal, músicas diferentes servem para momentos diferentes, certo?

Mas enfim, em minhas andanças pela vida pra tentar reduzir um pouco a quantidade de artistas da laia Calvin Harris da lista, saí por aí caçando bandas diferentes e me deparei com essa. Som maravilhoso!

3. I’m Not Your Toy, de La Roux

Ah, La Roux. Não sendo as piranha de hómi nenhum desde 2000 e alguma coisa quando essa música foi lançada.

Estou com preguiça de procurar o ano certo, pare de me julgar e vai escutar essa lindeza que ainda tem uma das batidas mais legais da música pop e uma mensagem bacana pra todo mundo que está cansado de ser feito de trapo de chão pelo peguete cretino.

4. Rich Girl, de Luke Wade

A música nem é dele, mas a performance foi tão legal e a versão ficou tão linda que não pude resistir! O Luke tem uma das vozes mais diferentonas e legais de se ouvir que eu me deparei nos últimos tempos (daquelas que você sabe na hora quem é!), e só lamento que ele tenha sido eliminado do The Voice. Um dos meus favoritos desde o comecinho!

E ó, adoro o Pharrell, mas acho que ele ficou bem abaixo das expectativas como técnico 😦

5. Just a Kiss, de Lady Antebellum

Então… eu não escuto essa música. Não ando com ela no celular. Não tenho ela na minha lista do Spotify.
Na verdade, eu nem me lembrava que ela existia.
Ok, então por que isso está aqui?

Porque calhou da vida que a vida quis que, sempre que alguém ligasse o rádio, em algum lugar, essa joça começaria a tocar. Sério, aconteceu comigo umas 5 vezes. Em 3 dias.

Não sou de brincar com essas coisas, então, vida, já que você faz questão – Lady Antebellum procê. Espero que seja do seu agrado!

E nem é que eu não ache o som bom, mas é que eu ando numa fase tão não romântica que qualquer coisinha a respeito de se beijar à luz da lua (ou cafonices do gênero) me dá urticária, então não.

6. Divine Sorrow, de Wycleaf Jean feat. Avicii

A música é legal. Ah, não sei explicar! Eu gosto dela.

Colocaram um efeito legal na voz do Wycleaf pra ela ficar daquele jeito meio digitalizado, sabe? Pra ser sincera, nem senti nada do Avicii aí… acho que deve ter sido no “instrumental” (afinal, é isso o que ele faz nas músicas, não), mas não tenho certeza.

7. Wave, de Tom Jobim

VIU SÓ? NÃO SOU TÃO IGNORANTE ASSIM

#chupasociety

erm-em. Enfim. Certo.

Aí que em 2014, fizeram 20 anos que a música brasileira perdeu o que provavelmente era o maior de seus gênios: Tom Jobim. Dono da ainda mais baixada música do mundo, Garota de Ipanema, autor de algumas das obras mais lindas que existem na língua portuguesa (perdão quem gosta, mas acho uma merda a tradução) e mais um motivo pra gente ficar orgulhoso dessa terra chamada Brasil.

Mas por mais que Garota de Ipanema seja toda linda e representativa do Rio e de Copacabana, meu coração sempre será de Wave e das estrelas que esquecemos de contar. Ai, ai. provavelmente porque sou de São Paulo e ainda não cheguei nem perto de terras fluminenses

trilha sonora #1: popzinho básico

E, retomando o rumo do bloguê, eis aqui uma tag-tentativa de me fazer ouvir mais música nova ao invés de ficar repetindo pra sempre minhas playlists antigas do PC – mesmo que eu não aguente escutar mais nada que esteja ali dentro.

Pra primeira semana, música pop básica que todo mundo escuta baladas afora, na academia ou via motoristas generosos que saem desfilando pela rua nos finais de semana compartilhando música alta de graça.

1. Outside, Calvin Harris feat. Ellie Goulding

Sou dessas que, quando se apaixona uma música, ouve ela infinitamente até enjoar. O hit eleito da vez é esse conjunto maravilhoso formado pela voz da estilosíssima Ellie Goulding, composição (eu acho, né) do muso-mór presença garantida das baladas Calvin Harris e esse instrumental legal com violino fake (?) de fundo ❤

2. Rude, de Magic!

Eu detestava essa música no começo, mas ela tem alguma coisa que me fez amá-la depois de escutar tantas e tantas vezes tocando pela vida.

A única coisa ruim é que eu não aprendi até agora a cantar o refrão inteiro. Alguém me ensina?

3. Crazy, de Gnarls Barkley

Ah… bateu saudade. Sei lá.

4. Brave, de Sara Bareilles

Sarinha é amor antigo na minha vida, sempre me sinto melhor quando escuto coisa dela. A batidinha do começo é IDÊNTICA à de Roar, da Katy Perry, e as duas músicas tem essa vibe meio autoajuda, mas são bem diferentes, e sei lá, os estilos das cantoras são bem… enfim, por que eu estou dizendo tudo isso?

Ah, só escuta, vai. É legal. Juro.

5. Uptown Funk, de Mark Rowson feat. Bruno Mars

Uma coisa que eu percebi: se tem Bruno Mars no meio, é porque a parada será boa.

Instrumental mara! Dá vontade de sair dançando do nada no meio do escritório, mas a civilização insiste que eu preciso ficar sentada quietinha fazendo aquela poker face pro monitor (“nossa, demais essa planilha. UAU”).

6. Break The Rules, de Charli XCX

Não faço a menor ideia de quem seja essa mina (edit: descobri depois que é ela quem canta Fancy junto com a Iggy Azalea. E ela me lembra muito alguém, viu), mas quem liga? A música é demais e é isso o que importa, no final das contas.

Deu até saudades do tempo de escola… OK, MENTIRA, o que deu mesmo foi arrependimento de não ter sido tão porra loka quanto deveria na época.

7. Out Of The Black, de Royal Blood

Um belo dia (ontem), uma amiga aqui do estágio compartilha no grupo dos estagiários esse som, uma indicação de outro famigerado coleguinha nosso.

A vida me ensinou a ser desconfiada com esse lance de “ouve isso aqui” enviado no zap-zap, então, ajeitei o fone de ouvido e já me preparei pra segurar a risada porque jurava que um funkão daqueles ia pular na minha cara…

Mas não, era só o álbum do Royal Blood, mesmo.

Agora isso sim me surpreendeu! Não só não escutei nenhum pancadão pornográfico, como descobri uma banda nova que é mara.